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Alibaba bane venda de produtos relacionados à mineração de criptomoedas

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Alibaba bane venda de produtos relacionados à mineração de criptomoedas
Bruno Ignacio

Alibaba bane venda de produtos relacionados à mineração de criptomoedas

A Alibaba, gigante chinesa do comércio eletrônico e responsável pelo marketplace AliExpress, anunciou oficialmente nesta última segunda-feira (27) que irá proibir a venda de produtos relacionados à mineração de criptomoedas de suas plataformas até o dia 08 de outubro. A medida do grupo é uma resposta à intensificação da repressão da China às moedas e ativos digitais no país.

Além do banimento sobre a venda de aparelhos voltados para a mineração de criptoativos, a Alibaba também vai proibir a venda de bitcoin (BTC), ether (ETH), litecoin (LTC) e quark (QRK) através de suas plataformas.

“Levando em consideração a instabilidade das leis e regulamentos sobre moedas digitais e produtos relacionados em vários mercados internacionais, a Alibaba.com vai banir a venda de aparelhos mineradores de criptomoedas”

Grupo Alibaba em comunicado

Comerciantes tem até 15 de outubro para se adequar

Conforme a gigante do e-commerce revelou em comunicado, o banimento em suas plataformas abrange hardware e software usados ​​para obter moedas digitais, como aparelhos mineradores de bitcoin. Tutoriais, estratégias e aplicativos voltados ou relacionados à mineração de criptoativos também estão banidos.

Todos os comerciantes parceiros que continuarem listando criptomoedas ou produtos relacionados nas plataformas da Alibaba após o dia 15 de outubro enfrentarão “penalidades de acordo com as regras aplicáveis”, alertou a empresa em uma descrição detalhada das novas restrições.

Algumas dessas penalidades incluem bloqueio de lojas virtuais, congelamento e fechamento de contas de comerciantes por não cumprimento deliberado e malicioso das novas regras, como colocar intencionalmente esses produtos em outras categorias, disse a companhia.

Proibição da Alibaba é resultado da repressão chinesa

China luta contra bitcoin desde 2017 (Imagem: Marco Verch/Flickr)
China luta contra bitcoin desde 2017 (Imagem: Marco Verch/Flickr)

O grupo Alibaba ressaltou que essas abruptas mudanças em sua política vêm em resposta à intensificação das medidas restritivas sobre o mercado de criptomoedas e a atividade de mineração de ativos digitais impostas por Pequim.

“Os membros têm a responsabilidade de cumprir as leis e regulamentos aplicáveis ​​a qualquer país onde há venda. Acompanharemos as mudanças nas políticas de cada país e ajustaremos nossas políticas de controle de acordo com isso”, afirmou a empresa.

Em resposta à nova onda de repressão a criptomoedas no país, as principais exchanges de ativos digitais, como Binance e Huobi, interromperam alguns serviços na China continental, enquanto a Sparkpool, a segunda maior pool de mineração de ether do mundo, anunciou uma paralisação total das operações.

Com informações: Cointelegraph

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Anatel autoriza empresa de Elon Musk a oferecer internet no Brasil

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Elon Musk, dono da SpaceX
Steve Jurvetson/Flickr

Elon Musk, dono da SpaceX

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou nesta sexta-feira (28) a empresa SpaceX, do bilionário Elon Musk, a oferecer internet via satélite do seu programa Starlink no Brasil.

A companhia adquiriu o direito de exploração de satélite estrangeiro não-geoestacionário de baixa órbita até 2027. Anteriormente, a agência avaliou conceder o direito até 2033, mas reduziu o prazo por conta do “caráter pioneiro” da tecnologia, que pode ter impactos ainda não previstos.

A oferta final de banda larga para os consumidores poderá ser realizada por qualquer empresa autorizada pela Anatel que contrate a capacidade da rede Starlink. A própria SpaceX também poderá oferecer internet diretamente para os consumidores se obtiver uma autorização para ingressar nesse mercado.

“É do interesse da empresa o provimento do acesso à internet para cliente distribuídos em todo o território brasileiro, o que certamente será bastante oportuno para escolas, hospitais e outros estabelecimentos localizados em áreas rurais e remotas”, afirmou o conselheiro e presidente interino da Anatel, Emmanoel Campelo.

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A internet via satélite da empresa de Elon Musk deve ser direcionada a clientes que ficam em locais mais afastados, sobretudo zonas rurais, e que, portanto, não têm acesso fácil à internet via cabo.

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