POLÍTICA NACIONAL

Alegando respostas evasivas sobre Bolsonaro, CPI quer ouvir Queiroga de novo

Publicados

em


source
Renan Calheiros, Omar Aziz e Randolfe Rodrigues formam a cúpula de líderes da CPI da Covid
Jefferson Rudy/Agência Senado

Renan Calheiros, Omar Aziz e Randolfe Rodrigues formam a cúpula de líderes da CPI da Covid

A cúpula da CPI da Covid planeja convocar, mais uma vez, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga , a prestar depoimentos. A alegação é que Queiroga respondeu com evasivas a questionamentos da comissão que buscavam dimensionar a influência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em supostos erros cometidos pelo governo federal no enfrentamento à pandemia. O presidente da CPI, Omar Aziz (MDB-AM), o vice, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e o relator, Renan Calheiros (MDB-AL), defendem uma nova convocação.

“Defendo nova convocação porque não podemos ter limitação na busca da verdade. Toda pergunta que tratava de posicionamentos públicos do Bolsonaro, Queiroga se negava a responder para não desagradar ao chefe. Em outras perguntas, ele ajudou com esclarecimentos. Mas, na maioria das vezes, não. Se for necessário ouvir duas vezes, que ouçamos. Para garantir que os brasileiros saibam toda a verdade”, disse Renan.

Você viu?

Nesta segunda, o senador Humberto Costa (PT-PE), que integra a CPI, protocolou um requerimento pleiteando a “reconvocação” de Queiroga, sob a justificativa de que o depoimento do ministro foi “lacônico em muitos aspectos, inclusive e sobretudo porque alegou estar há poucos dias na condição de ministro da Saúde”.

Costa argumentou ainda que o depoimento foi “contraditório em diversos aspectos”. Para embasar a tese, disse que o ministro negou a promoção de hidroxicloroquina para tratamento de Covid-19, mas não revogou portaria que recomendaria o uso do medicamento.

Comentários Facebook
Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Comissão de Minas e Energia discute crise hídrica

Publicados

em


Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Baixo nível da hidrelétrica de Sobradinho (BA) em 2017
Baixo nível da hidrelétrica de Sobradinho (BA) em 2017

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados debate, nesta quarta-feira (23), com o ministro do setor, Bento Albuquerque, medidas para enfrentar a crise hídrica no País. O debate foi proposto pelos deputados Christino Áureo (PP-RJ), Carlos Zarattini (PT-SP) e Danilo Forte (PSDB-CE).

“Observo que desde meados de abril vários especialistas vêm alertando para os riscos de desabastecimento de energia por conta da falta de chuvas, com o temor que se repita no ano de 2021 a mesma crise energética que já afetou o Brasil em outros períodos da década dos anos 2000”, justifica Christino Áureo.

“Ressalta-se que essa crise é uma realidade e começou a reverberar no orçamento dos brasileiros, já tão sofridos com os impactos da pandemia, onde a tarifa de energia elétrica já escalou para a bandeira mais cara [vermelha dois]”, destaca Danilo Forte.

“As medidas anunciadas pelo governo – como a criação de comitês de emergência e medidas de racionamento elétrico nos próximos meses – indicam que houve falhas de planejamento e de coordenação, que necessitam ser imediatamente averiguadas e esclarecidas perante a sociedade”, afirma Zarattini.

O ministro esteve na comissão no mês passado quando garantiu que, apesar do baixo volume de chuvas desde setembro de 2020, não vai faltar energia neste ano.

A reunião acontece no plenário 14, às 10 horas.

Da Redação – CL

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana