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Aldeias indígenas são atacadas por garimpeiros no Pará, alega organização

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 Ataque teria sido uma retaliação após tentativa de invasão na base de operação da PF
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Ataque teria sido uma retaliação após tentativa de invasão na base de operação da PF

Garimpeiros atacaram aldeias indígneas Munduruku em Jacareacanga , no extremo sudoeste do Pará, segundo informou a organização Terra dos Direitos. De acordo com a organização, o ataque começou por volta das 13h da última quarta-feira (27). A região é alvo de garimpo ilegal.

Uma das lideranças ameaçadas pelos garimpeiros, Maria Leusa, da Aldeia Fazenda Tapajós, teve sua casa queimada. A Terra dos Direitos informou que tenta o contato com a aldeia, mas ainda não conseguiu. A Polícia Federal foi acionada.

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Ataque acontece em meio a Operação Mundurukânia, da PF, determinada pelo Supremo Tribunal Federal ( STF ), em julho do ano passado, para o enfrentamento à Covid-19 dentro dos territórios indígenas. Mais cedo, nesta manhã, agentes das forças de segurança foram surpreendidos por um grupo de garimpeiros que tentaram invadir a base da operação.

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Homem indiano mantém braço direito levantado há 45 anos

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Amar Bharati
reprodução: Twitter

Amar Bharati

Amar Bharati mantém o braço direito levantado há mais de 45 anos e não planeja baixá-lo tão cedo.

Quem já ficou com um braço levantado por certo tempo sabe a dificuldade que é. Porém, para o sadhu, o ato acompanha incrível naturalidade.

Bharati está em outro patamar. Um dia, ele decidiu dar uma virada completa na sua vida levantando o braço, e nunca mais tocou sua cintura desde então. O braço está atrofiado.

Em 1973, Bharati trabalhava em um banco indiano. Ele era casado, tinha três filhos e levava uma vida modesta. Até que de repente decidiu abandonar tudo para dedicar toda a sua vida a Shiva, uma divindade hindu.

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Para servir verdadeiramente às suas crenças religiosas, ele teve uma ideia: ele levantaria o braço e o manteria assim enquanto vivesse. (outros sadhus permanecem anos com um das pernas dobradas).

“Eu não peço muito. Por que lutamos entre nós, por que existe tanto ódio e inimizade entre nós? Eu quero que todos os indianos vivam em paz. Quero que o mundo inteiro viva em paz”, disse ele de acordo com o site “Unilad”.

No início, foi bastante doloroso. Depois de cerca de dois anos, a agonia começou a diminuir e logo ele perdeu qualquer sensação no braço direito, que se atrofiou. Mesmo que quisesse abaixar o braço, provavelmente não conseguiria sem uma preparação extensa, devido ao dano permanente ao nervo e à perda de circulação.

Sadhus são considerados homens sagrados pelo hindus e capazes e suportar terríveis provações. São geralmente ascetas, praticantes de ioga e andarilhos em busca da “perfeição”.

Fonte: IG Mundo

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