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Águas do São Francisco chegam ao Reservatório Castanhão

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As águas do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco chegaram ao Reservatório Castanhão, no Ceará. A barragem, que recebe águas do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), é responsável pelo abastecimento da Região Metropolitana de Fortaleza. A liberação das águas ocorreu no dia 1º de março e garantirá segurança hídrica para cerca de 4,5 milhões de habitantes.

Até o momento, o Governo Federal já repassou R$ 1,18 bilhão para o CAC, que tem 65,41% de execução.

O titular do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Rogério Marinho, ressalta que uma das prioridades do Governo Federal é levar água para as localidades que mais precisam, sobretudo no Nordeste. “Depois de oito anos do início das obras do Cinturão das Águas, estamos chegando ao Ceará com as águas do São Francisco. Essa medida é fundamental para garantir que a população de Fortaleza e de toda a região metropolitana tenha garantido o acesso à água em qualidade e quantidade.”

Desde 2012, o estado do Ceará enfrenta uma das piores crises hídricas da história. A Região Metropolitana de Fortaleza correu riscos de precisar de abastecimento por meio de carro pipa em diversas ocasiões, como em 2016 e 2017. Antes da abertura das comportas no último dia 1º, segundo o governo do estado, o volume disponível do Sistema Integrado Jaguaribe estava em apenas 13,8%. Com essa chegada das águas do Projeto São Francisco, o abastecimento regular fica garantido.

Percurso da água

Após a abertura das comportas em Jati, as águas do São Francisco percorreram, em 10 dias, 294 quilômetros do Reservatório Jati até chegar ao Castanhão. Com uma vazão de 8 mil litros por segundo, o recurso hídrico passou pelo leito do Riacho Seco e depois pelo Rio Batateiras, que desce do Crato. Na sequência, seguiu pelo Rio dos Porcos e, depois, pelos Rios Salgado e Jaguaribe até chegar ao Castanhão.

O Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, que inclui o CAC, tem 260 quilômetros de extensão, três estações de bombeamento (EBI 1, 2 e 3), 15 reservatórios, oito aquedutos e três túneis.

Todas as estruturas responsáveis pela passagem de água até o Reservatório Caiçara estão concluídas, restando apenas a recuperação da tubulação em Atalho e outros serviços complementares que não comprometem a pré-operação. O total de execução física do trecho é 97,7%.

Quando todas as obras complementares estiverem concluídas e em funcionamento, a expectativa é que o Eixo Norte garanta segurança hídrica a mais de 220 cidades paraibanas, pernambucanas, cearenses e potiguares. Cerca de 6,5 milhões de pessoas contarão com abastecimento de água regular.

Projeto São Francisco

O Projeto de Integração do Rio São Francisco soma 477 quilômetros de extensão e é o maior empreendimento hídrico do país. Quando todas as estruturas e sistemas complementares nos estados estiverem em operação, cerca de 12 milhões de pessoas serão beneficiadas em 390 municípios de Pernambuco, da Paraíba, do Ceará e do Rio Grande do Norte.

O Eixo Leste, com 217 quilômetros de extensão, está em funcionamento desde 2017 e abastece 1,4 milhão de pessoas em 46 cidades pernambucanas e paraibanas. Os investimentos da União em todo o Projeto São Francisco já alcançaram R$ 12 bilhões.

Com informações do Ministério do Desenvolvimento Regional

Fonte: Brasil.gov

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Avião retorna a aeroporto após passageira se recusar a usar máscara durante voo

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Passageira se recusou a usar máscara de proteção contra a Covid-19 durante voo
reprodução / Twitter

Passageira se recusou a usar máscara de proteção contra a Covid-19 durante voo

Na madrugada desta sexta-feira (30), um voo que saiu de Belém (PA) e partia em direção a Belo Horizonte (MG) precisou retornar ao aeroporto após uma passageira se recusar a usar máscara de proteção contra a Covid-19 a bordo. A mulher não chegou a ser detida, de acordo com a Polícia Federal. As informações foram apuradas pelo portal UOL .

O incidente ocorreu no voo AD4501, da Azul, que disse que o avião voltou ao aeroporto para que a passageira pudesse ser retirada da aeronave. Depois disso, o percurso continuou normalmente. 

Em nota, a companhia também se desculpou com os demais passageiros. “O cliente foi contido e conduzido pela Polícia Federal e, em seguida, o voo decolou novamente para a capital mineira. A companhia lamenta eventuais aborrecimentos ocorridos aos seus clientes e ressalta que medidas como essas são necessárias para conferir a segurança de suas operações”.

O voo decolou de Belém às 2h20 da manhã. O percurso, que geralmente é feito em cerca de três horas, levou mais de cinco horas, por causa do ocorrido. O avião só pôde retomar o trajeto às 4h44, chegando em Belo Horizonte apenas às 7h35, segundo o site FlightStats


Em 17 de dezembro de 2020, uma norma aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e presente na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) institui o uso obrigatório de máscaras em aeroportos e aeronaves como forma de evitar o contágio da Covid-19.

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