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Agosto Dourado, mês de incentivo à amamentação, que protege até contra covid-19

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Givanilda Ferreira amamenta a filha Liz Giulia, de um ano

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

Hoje é o primeiro dia útil de agosto, então vamos falar do tema da campanha mensal, que é o aleitamento materno. O título é “Agosto Dourado”, porque segundo os idealizadores da campanha, os momentos de amamentação são “horas de ouro” e simboliza uma campanha social pela maior consciência de papais e mamães – tanto antes como após a gestação – quanto a importância do leite materno na alimentação dos primeiros anos de vida dos bebês.

A campanha foi criada oficialmente em 2017, pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) com base na semana do aleitamento materno, que começou ontem, dia 1º, e vai até o  próximo sábado, 7.  Lá embaixo tem um link que leva à SBP e contém todas as informações sobre a campanha. A proposta é que todos os dias de agosto sejam dedicados a incentivar e estimular a amamentação.

A amamentação tem benefícios para a mãe e para o bebê e deve ser incentivada por todos da família, sendo a melhor opção para a alimentação do bebê desde o nascimento até, pelo menos, seus 6 meses de vida, embora possa ser prolongada até os 2 anos de idade ou até quando o bebê e a mãe quiserem.

Por exemplo: em 2015 uma australiana causou sensação na internet. Maha Al Musa, de 52 anos, de Byron Bay, na Austrália, disse ter orgulho de amamentar a filha, Aminah, 6.  “Tem gosto de doce, mas cada dia tem sabor de algo diferente. É a coisa mais legal de fazer quando não estou na escola. Mais crianças deveriam mamar, pois é bom para a saúde”, afirmou a criança à uma publicação australiana.

CONTRA COVID-19
Um estudo realizado em Israel, com 84 mulheres mulheres lactantes que tomaram a vacina contra Covid-19 produziram leite materno com anticorpos contra a doença. Amostras de leite materno foram coletadas em todas as lactantes, da seguinte maneira, totalizando 504 amostras para análise e identificaram um aumento de 2 anticorpos específicos (IgA e IgG) entre a 2ª semana e a 4ª semana, respectivamente 2 semanas após a primeira dose e 1 semana após a segunda dose. Os resultados sugerem fortes evidências de que os anticorpos produzidos após a vacinação e transmitidos através do leite materno, ajudam a proteger os bebês contra a Covid, segundo os pesquisadores liderados por Sivan Haia Perl, do Shami Medical Center.

Os pesquisadores fizeram questão de frisar que o estudo tem limitações e não permite concluir que bebês estão protegidos contra a Covid por terem recebido anticorpos no leite materno, mas qualquer que seja a probabilidade de que, amamentando, você pode proteger seu filho contra essa doença, acho que já vale a pena, não é mesmo?

Seguir, um link com mais informações sobre amamentação e covid-19:

https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias/nutricao/como-fica-a-amamentacao-em-maes-covid-19-suspeitas-ou-confirmadas/#:~:text=Se%20a%20m%C3%A3e%20estiver%20em,que%20trabalhem%20com%20aleitamento%20materno.

 

AQUI NO MT
Começa hoje (02/07) uma programação virtual com atividades educativas e transmissão pelo canal da Escola de Saúde Pública do Estado de Mato Grosso, no YouTube. A programação é feita em parceria com a Faculdade de Nutrição da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e demais parceiros.

A palestra tema da Semana Mundial de Aleitamento Materno será proferida por Rosana De Divitiis, integrante do Conselho Diretor da Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar – IBFAN Brasil.

A programação ao longo do mês segue com os Encontros Macrorregionais de Aleitamento Materno e Alimentação Complementar Saudável, nos dias 03, 11, 19, 24 e 26 de agosto, realizados pelos Escritórios Regionais de Saúde em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde das regiões.

Em parceria com a SES-MT, a Faculdade de Nutrição da UFMT também promoverá, no dia 31 de agosto – Dia do Nutricionista –, o webinar “Extensão em pesquisa em aleitamento materno: experiências bem-sucedidas em Mato Grosso”. O módulo contará com a presença da diretora da Faculdade de Nutrição da UFMT, Tânia Kinasz, da coordenadora da Faculdade de Nutrição da UFMT, Patrícia Nogueira, e do representante da Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde da SES-MT, Rodrigo Carvalho.

Veja o vídeo do Ministério da Saúde (podia ser um vídeo seu):

A baixo, um link para a Sociedade Brasileira de Pediatria – Podia ser da sua entidade ou sua clínica:

https://www.sbp.com.br/especiais/agosto-dourado/

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24 Setembro – Dia da Conscientização da Hipercolesterolemia Familiar que afeta 800 mil brasileiros

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

O dia 24 de setembro, é a data que a FH Foundation, dos Estados Unidos, escolheu como o dia da conscientização da hipercolesterolemia familiar, visando aumentar a conscientização desta doença entre o público geral. Estima-se que cerca de 15 milhões de brasileiros sejam acometidos por alguma patologia rara. A incidência de hipercolesterolemia familiar na população global é de um indivíduo a cada 311. Já no Brasil, o Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA) revela que a HF atinge 800 mil pessoas

A Hipercolesterolemia Familiar, ou HF, é uma doença genética, onde a pessoa afetada tem colesterol elevado desde o nascimento, motivado por fatores genéticos e hereditários.  Com isso, tendem a desenvolver aterosclerose ainda jovens, o que pode levar a risco muito aumentado para doenças cardíacas e arteriais como infarto ou AVC.  A aterosclerose é uma inflamação, com a formação de placas de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias do coração e de outras localidades do corpo.

A pessoa com FH tem um defeito nos genes, o que impede a remoção do colesterol do sangue, com o consequente aumento dos seus níveis. A doença pode ser transmitida por um, ou por ambos ao pais (forma homozigótica) e essa é a forma mais grave da doença. As pessoas com a forma homozigótica costumam apresentar colesterol acima de 600 mg/dl e sofrem doenças cardíacas ou coronarianas já na primeira década da vida.

Uma pessoa com hipercolesterolemia familiar tem 50% de probabilidade de transmitir o defeito aos seus descendentes e metade dos filhos de um indivíduo com a doença tem a probabilidade de ter FH. Por isso, é muito importante que os familiares de alguém diagnosticado com essa doença verifiquem e controlem o colesterol. As estimativas são de que 50% dos homens afetados desenvolverão alguma obstrução significativa na circulação antes dos 50 anos de idade e, entre as mulheres portadoras, o risco é de 12% até 50 anos e de 74% de apresentar doença antes dos 70 anos.

As pessoas sob suspeita de poderem ter FH devem dosar seus níveis de colesterol no sangue a partir dos 10 anos de idade. Se houver familiares próximos com diagnóstico conhecido desta doença ou infarto do miocárdio precoce, a dosagem deve ser feita a partir dos 2 anos de idade. A presença de níveis elevados de colesterol numa criança e/ou a existência de doença coronária prematura em qualquer membro de uma família são indicativos de hipercolesterolemia familiar e devem ser investigados. Outro indicativo é quanto ao LDL-colesterol (o “colesterol ruim”), pessoas com mais de 190 mg/dl, provavelmente são portadoras de FH.

Quanto mais cedo for feito o diagnóstico e tomadas as medidas preventivas, menor será a chance e mais lenta será a evolução da arteriosclerose e de suas consequências.

 

 

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