economia

Aeronave presidencial pousa em Ribeirão Preto

Publicado


source

Contato Radar

undefined
Guilherme Dotto

Aeronave presidencial pousa em Ribeirão Preto

Na manhã de sexta-feira (16), Ribeirão Preto recebeu duas aeronaves do Grupo de Transporte Especial (GTE), designadas para o trasporte do Presidente da República.

Por volta de 8h15, o FAB2590 pousava pela pista 18, após um voo de aproximadamente 1h procedente de Brasília-DF. No pátio do Leite Lopes, o Eurocopter EC725 Caracal já estava à espera do Presidente Jair Messias Bolsonaro.

Pouco tempo depois, o helicóptero do GTE decolou junto ao Helibrás H-36 Caracal rumo a Guariba, onde as 10h participou da inauguração da planta de Biogás da empresa Raízen, responsável pela produção de cana-de-açúcar e vem investindo em alternativas de energias menos poluentes.

Ao meio-dia, ambos helicópteros voltaram para Ribeirão, e as 12h16 o Embraer 190 VC-2 decolou para São José dos Campos (SJK).

Para mais notícias sobre aviação acesse o Contato Radar ( CLICANDO AQUI )

O post Aeronave presidencial pousa em Ribeirão Preto apareceu primeiro em Contato Radar – Notícias de aviação .

Comentários Facebook
publicidade

economia

Emprego na construção é o maior para setembro nos últimos oito anos

Publicado


A indústria da construção civil segue em ritmo acelerado, com avanço na atividade e na utilização da capacidade operacional. A pesquisa Sondagem Indústria da Construção, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra a retomada da indústria de construção civil em setembro, com o índice de evolução do número de empregados chegando a 50,1 pontos no mês.

Essa é a quarta alta consecutiva do índice, que se afastou ainda mais da sua média histórica de 43,9 pontos. O índice é o maior desde abril de 2012 e, para a CNI, isso confirma o bom momento do emprego do setor, embora tenha sido precedido por fortes quedas, observadas em março e abril, em razão dos efeitos da pandemia da covid-19.

Os dados variam em uma escala que vai de zero a 100. Indicadores abaixo de 50 revelam perspectivas negativas e, acima de 50, expectativas de crescimento. E quanto mais distantes da linha divisória de 50 pontos mais forte e mais disseminado é esse crescimento. Para a pesquisa, foram entrevistadas 170 empresas de pequeno porte, 197 de médio porte e 94 grandes, entre 1º a 14 de outubro de 2020.

O índice de evolução do nível de atividade está em 51,2 pontos, queda de 0,2 ponto em relação a agosto. De acordo com a CNI, a ligeira queda é pouco significativa, pois o índice está acima da linha divisória de 50 pontos pelo segundo mês consecutivo, o que indica aumento do nível de atividade da indústria da construção na comparação com o mês anterior.

A Utilização da Capacidade Operacional também cresceu em setembro pelo quinto mês consecutivo e ficou em 62%, alta de 2 pontos percentuais frente a agosto. O percentual é idêntico ao registrado em setembro de 2019, e supera os percentuais confirmados entre os anos de 2015 a 2018.

Satisfação e confiança

O indicador de satisfação com a situação financeira aumentou 6 pontos na comparação trimestral, alcançando 44,7 pontos no terceiro trimestre. O resultado supera a média de 44 pontos da série histórica, iniciada em 2009.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial se manteve estável entre setembro e outubro, em 56,7 pontos. A CNI destaca que a estabilidade ocorre após cinco altas seguidas, se dá em patamar elevado e aponta “para um sentimento de confiança otimista e disseminado entre os empresários da indústria da construção”. Porém, ela está em um nível inferior aos níveis pré-pandemia e aos observados nesse mesmo período do ano passado.

Os índices de expectativa também apresentaram queda em outubro, à exceção do índice de expectativas de números de empregados. Apesar das quedas, todos os índices permanecem acima da linha divisória de 50 pontos, indicando que os empresários da indústria da construção mantêm o sentimento de otimismo.

Entre os principais problemas da construção civil, a pesquisa destaca falta ou alto custo da matéria-prima. O problema se tornou o maior do setor no terceiro trimestre de 2020, apontado por 39,2% das empresas. No segundo trimestre, esse problema era apenas o 11º mais importante e foi assinalado por 9,5% das indústrias de construção. A elevada carga tributária aparece em segundo lugar na lista, com 28,2% de assinalações, seguida da demanda interna suficiente, com 26,4%.

A pesquisa completa está disponível no Portal da Indústria.

*Com informações da CNI.

Edição: Valéria Aguiar

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Agronegocio

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana