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Adolescente que atirou e matou Isabele é internada em unidade socioeducativa

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Isabele
Isabele foi morta no dia 12 de julho.

Por conta de uma decisão judicial, a adolescente de 15 anos que atirou em Isabele Guimarães Ramos , 14, foi internada em uma unidade socioeducativa. Isabele morreu com um tiro no rosto no dia 12 de julho deste ano em um condomínio de Cuiabá, no Mato Grosso. O disparo foi feito pela adolescente, que alegou que foi involutário.

A jovem se apresentou na Delegacia Especializada do Adolescente na noite da última terça-feira (15). Depois da decisão da justiça, que atendeu a um pedido do Ministério Público Estadual (MPE), ela deverá ficar internada por 45 dias. O MPE entende que a adolescente cometeu ato análogo ao crime de homicídio doloso.

A defesa da jovem afirmou que irá pedir habeas corpus para reverter a decisão que determinou a internação da garota. A internação em caso de atos infracionais que sejam análogos a crimes hediondos, como estupro e homicídio, está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente.

O crime

EM depoimento, a jovem, que era amiga da vítima, disse que subiu para o quarto da casa em que Isabele morreu para guardar a arma do namorado enquanto a vítima estava no banheiro. Ela afirmou ter atendido a um pedido do pai e pego a maleta onde duas armas estavam. As armas estavam carregadas. A jovem concluiu dizendo que, ao sair do quarto, uma das armas caiu do chão e, quando ela foi tentar pegar, o objeto acabou disparando.

A polícia contesta essa versão. Segundo ela, os laudos mostram que a versão contada pela jovem é incompatível com o que aconteceu. Para as autoridades, a conduta da adolescente foi dolosa por que ela assumiu o risco de matar a vítima.

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46% acham gestão de Bolsonaro em defesa da Amazônia ruim ou péssima

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Amazônia
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Pesquisa mostra insatisfação de 46% dos brasileiros sobre gestão de proteção à Amazônia

Uma pesquisa realizada pelo Datafolha apontou que, para 46% dos brasileiros entrevistados, o trabalho do presidente Jair Bolsonaro paa impedir o desmatamento na Amazônia é considerado ruim ou péssimo. 1.524 pessoas, de todas as regiões do Brasil, participaram da pesquisa.

O estudo aindo mostrou que, dentre os entes responsáveis pelo combate ao desmatamento da floresta – como governos estaduais, Ibama e o próprio ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles – o presidente foi o pior avaliado.

Para 42% da população, os governos estaudais são avaliados de forma negativa. 38% consideram o trabalho do ministro Ricardo Salles e o vice-presidente Hamilton Mourão ruim ou péssimo, e 20% criticam a atuação de instituições como Ibama e Funai.

Na pesquisa, 27% dos entrevistados avaliaram o trabalho do presidente de forma ótima ou boa e outros 25% votaram numa avaliação regular. O resultado mais próximo da unanimidade diz que 93% dos brasileiros afirma er possível ganhar dinheiro protegendo a floresta e icentivando atividades sem desmatamento.

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