artigos

Adoção animal responsável

Publicados

em

Por Anderson Nogueira

O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

 O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

 Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está prevista a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

 Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto às necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

 Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

 Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

 Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.

 

Comentários Facebook
Propaganda

artigos

Por que adotar uma dieta rica em frutas, vegetais, peixes e grãos integrais?

Publicados

em

Por Max Lima

Sua dieta claramente desempenha um papel na determinação de seus níveis de colesterol, mas se você for como a maioria das pessoas, o fator mais importante não é a quantidade de alimentos ricos em colesterol que você come.

Em vez disso, é o que mais você come. Descobrir isso foi um processo de aprendizado.

Inicialmente, a notícia de que o colesterol na corrente sanguínea estava ligado a doenças cardíacas provocou uma guerra total contra o colesterol nos alimentos.

A partir da década de 1960, as pessoas foram aconselhadas a ficar longe de alimentos ricos em colesterol, como ovos, laticínios e alguns tipos de frutos do mar. Mas hoje, a ciência sugere que, para a maioria das pessoas, o colesterol da dieta (o colesterol dos alimentos) tem apenas um efeito modesto na quantidade de colesterol na corrente sanguínea.

De fato, as Diretrizes Dietéticas para Americanos de 2015–2020 eliminaram uma recomendação anterior de limitar o colesterol dietético a 300 miligramas (mg) por dia – embora ainda sugiram cautela na ingestão geral.

Notavelmente, as diretrizes não alteraram a recomendação sobre gordura saturada, que é encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como carne e laticínios – e é frequentemente encontrada em alimentos com alto teor de colesterol.

A gordura saturada na dieta claramente aumenta o LDL em uma quantidade significativa e ainda deve ser consumida em quantidades limitadas.

E embora algumas pesquisas tenham colocado em dúvida a sabedoria convencional de que a gordura saturada está ligada a doenças cardíacas, outras pesquisas confirmam a ligação.

Embora a gordura saturada e o colesterol dietético desempenhem um papel no nível de colesterol, os especialistas enfatizam que a mudança dietética mais importante que você pode fazer para diminuir os níveis de colesterol é ajustar o padrão geral de sua dieta.

O melhor é uma dieta rica em frutas, vegetais, peixes e grãos integrais. Isso ajuda de duas maneiras. Primeiro, quanto mais desses alimentos saudáveis você come, menos você geralmente consome alimentos ricos em gordura saturada e carboidratos altamente refinados, que danificam o sistema cardiovascular.

Em segundo lugar, os alimentos ricos em fibras ajudam a reduzir o nível de colesterol, dificultando a absorção das gorduras alimentares não saudáveis.

Isso não funciona para todos, no entanto. Para pessoas com alto risco de doença cardíaca, os esforços dietéticos não chegam nem perto de reduzir o colesterol o suficiente.

Outras pessoas são geneticamente predispostas a ter colesterol alto no sangue, independentemente.

Max Lima é médico especialista em cardiologia e terapia intensiva, conselheiro do CFM, médico do corpo clínico do hospital israelita Albert Einstein, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia de Mato Grosso(SBCMT), Médico Cardiologista do Heart Team Ecardio no Hospital Amecor e na Clínica Vida, Saúde e Diagnóstico. CRMT 6194
Email: [email protected]

 

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana