POLÍTICA NACIONAL

Adiado evento que integra comemoração dos 200 anos da Independência

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Selo de comemoração da Câmara dos Deputados para os 200 anos da Independência do Brasil

Foi adiado o evento relacionado às atividades comemorativas pelo bicentenário da Independência do Brasil, que será celebrado em 2022. O tema escolhido para este ano é a eleição de deputados brasileiros para as cortes de Lisboa.

Uma nova data para o evento ainda será marcada. Na ocasião, também será lançada a logomarca da Comissão Especial Curadora dos 200 anos da Independência do Brasil.

Desde 2017, a Casa vem realizando diversas atividades em alusão à data. Naquele ano, a Câmara lembrou os 200 anos da chegada da imperatriz Maria Leopoldina, esposa de Dom Pedro I, personagem importante no processo separatista.

Em 2018, foi a vez dos dois séculos da aclamação de Dom João VI como rei no Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Um ano depois, o homenageado foi José Bonifácio de Andrada e Silva. Em 2020, foi lembrada a Revolução Constitucionalista do Porto.

Eleição para a corte
Noventa deputados brasileiros foram eleitos para integrarem as cortes de Lisboa de 1821 a 1822, mas cerca de 40 viajaram a Lisboa para efetivamente atuarem na Assembleia Constituinte.

Ao se depararem com a resistência dos parlamentares portugueses aos interesses brasileiros, os parlamentares fortaleceram a percepção de que era preciso cortar laços com Portugal.

Além disso, a experiência foi importante para o desenvolvimento dos trabalhos da Assembleia Constituinte de 1823, a primeira Assembleia Legislativa nacional, pois lhes ensinou como deveria funcionar, na prática, um parlamento moderno.

Na página 200 anos da Independência do Brasil estão reunidas as informações sobre as ações realizadas pela Câmara dos Deputados para comemorar o bicentenário da Independência.

Da Redação – ND
Com informações da Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

CPI da Covid: Oposição quer quebra de sigilos e convocação de Guedes e Pazuello

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Senador Alessandro Vieira, um dos membros da CPI da Covid
Roque de Sá/Agência Senado

Senador Alessandro Vieira, um dos membros da CPI da Covid

A CPI da Covid-19, que deve ser instalada na próxima semana com Renan Calheiros (MDB-AL) como relator, pode ter os atuais ministros da Economia e da Saúde, Paulo Guedes e Queiroga, e o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello como os primeiros convocados a prestar depoimento. Este é o desejo da ala independente e de oposição ao governo.

Segundo informações da Reuters, a oposição avalia, ainda, quebrar sigilos de autoridades durante as investigações. O roteiro, elaborado pela equipe do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), informa que senadores pretendem avaliar as ações do governo federal em relação ao pagamento do auxílio emergencial e outras medidas econômicas para conter a pandemia de coronavírus. 

Pazuello é um dos principais alvos da ala na CPI. Entre os principais questionamentos que o general deve responder estão o colapso do oxigênio ocorrido no estado do Amazonas no início do ano e o uso de dinheiro público para comprar medicamentos comprovadamente ineficazes, como a cloroquina e a hidroxicloroquina.

Já o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve explicar a falta de medicamentos utilizados na intubação de pacientes com quadros graves de Covid-19, além da demora na compra de vacinas e da falta de campanhas a favor de medidas de distanciamento social.

“A atuação da Comissão Parlamentar de Inquérito de acordo com as diretrizes indicadas no presente plano de trabalho será de importância fundamental para a investigação das ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Brasil e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas com a ausência de oxigênio para os pacientes internados, bem como para o exame acerca da licitude do emprego de verbas federais pelos demais entes federativos”, diz o plano.

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