BRASIL E MUNDO

Acordo promove ações para diminuir escalpelamento por embarcações

Publicados

em


Parceria entre o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e o Instituto de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) focará no problema do escalpelamento no Brasil. Com a presença da ministra Damares Alves, o acordo foi assinado pela secretária Nacional de Políticas para as Mulheres, Cristiane Britto, e pelo presidente do Inmetro, Marcos Guerson.

Na oportunidade, a ministra agradeceu a parceria com o Inmetro com essa pauta que está entre as prioridades do Governo Federal desde o início. “Eu quero erradicar o escalpelamento no Brasil. Essa é uma meta ousada, mas possível. Não posso admitir que uma situação dessa continue dizimando mulheres e meninas o tempo todo no Brasil”, afirmou.

Por meio de ações e estudos, serão articulados projetos de protótipos de equipamentos de proteção de eixo do motor que promovam maior atratividade entre a população ribeirinha, de forma a não limitar e desestimular a instalação das proteções.

O presidente do Inmetro destacou que essa é uma política fundamental para erradicar o problema. “Com tecnologia, a gente consegue buscar uma alternativa para que isso não aconteça mais. O Inmetro, como instituto tecnológico, vai trabalhar com a Marinha do Brasil, com a Universidade Federal do Pará e todos os interessados para realmente dar uma solução que resolva o problema.”

Outras ações

Por meio do acordo, ainda serão promovidas ações que possibilitem a instalação da cobertura dos eixos dos motores das embarcações, com diagnóstico, se necessário, junto às comunidades ribeirinhas. O objetivo é mapear as embarcações sem proteção no eixo do motor e por meio de parcerias com outros órgãos federais, estaduais e municipais, respeitada a competência de cada um.

Além disso, serão elaboradas e divulgadas campanhas de conscientização e mobilização social, para promover suporte informativo relacionado à prevenção dos casos de escalpelamento por embarcações.

 

Com informações do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos

Fonte: Brasil.gov

Comentários Facebook
Propaganda

BRASIL E MUNDO

Mulher acha peixe de 12 kg no quintal após cheias no Acre: ‘almoço da família’

Publicados

em


source
Mulher encontra peixe no quintal de casa após cheias no Acre
Arquivo pessoal

Mulher encontra peixe no quintal de casa após cheias no Acre

As  cheias dos rios no Acre levaram um peixe  da espécie Caparari de 1,1 metro e aproximadamente 12 quilos para o quintal de Gessiane Monteiro, em Sena Madureira, no interior do estado. A dona de casa de 32 anos conta ao G1 que tomou um susto quando viu um “bicho enorme” se mexenda na água na manhã de sexta-feira (26).

“Como a água baixou e saiu de dentro de casa, a gente tinha limpado para voltar. Nós temos uma canoa e ajudamos os vizinhos. Aí meu vizinho pediu uma carona na canoa e disse para o meu esposo que achava que tinha pulado em cima de um bicho no nosso quintal. Ainda estava com uns 30 centímetros de água e ele pensava que era um jacaré. Quando chegamos lá, vimos que era um peixe muito grande”, diz ela ao G1.

Dez municípios foram atingidos pelas cheias de rios no Acre, e cerca de 30 mil famílias ainda estão fora de casa . Sena Madureira, onde mora Gessiane, é uma das cidades mais afetadas.

A dona de casa conta que todos ficaram com medo quando viram o animal no quintal, mas logo ela foi junto com o pai e o cunhado para ver de perto do que se tratava. “Entramos dentro da água e, quando mexemos nele, ele ainda estava em uma parte funda e vimos que estava vivo, aí o meu pai ficou batendo na água e ele deu uma lapada. Ele foi para o raso e nós vimos que era um peixão. Foi uma luta para a gente conseguir tirar da água”, lembra.

Eles, então, retiraram o peixe da água, levaram para casa e fizeram o almoço. “A gente reuniu a família toda e demos também para os vizinhos, e já foi tudo, acabou”, brinca.

Uma das milhares atingidas pelas cheias no Acre , Gessiane diz que chegou a ficar fora de casa por uma semana, depois da água atingir a residência. “Saímos de casa e fomos para a casa de uma irmã. Mais de 25 pessoas em uma casa com um quarto. A gente se arrumou por lá mesmo, mas agora todo mundo já voltou para casa. Voltamos na quinta [25].”

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana