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Acordo de compra da CoronaVac causou atrito entre Bolsonaro e Eduardo Pazuello

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Bolsonaro teria enviado mensagens para registrar insatisfação com Pazuello

O presidente Jair Bolsonaro registrou insatisfação com o acordo entre o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que negociam a compra de 46 milhões de doss da vacina CoronaVac para distribuição nacional. A compra, anunciada na noite de ontem (20), foi negada esta manhã por Bolsonaro .

Além de afirmar, em rede social, que a vacina “não será comprada”, Bolsonaro enviou mensagens aos ministros, por celular. Segundo informações publicadas pelo portal G1, o núcleo duro do governo deve se reunir para decidir os próximos passos sobre a compra do imunizante.

De acordo com fontes do portal, a leitura do governo é de que o ministro teria deixado que Doria – adversário político do presidente – “capitalizasse” o anúncio sobre a vacina. Desde o início da pandemia, Doria e Bolsonaro fazem declarações públicas que discordam sobre a condução do País na pandemia.

Também por meio do Facebook, o presidente da República chegou a concordar com um internauta que questionou a lealdade de Pazuello ao governo. “Qualquer coisa publicada, sem qualquer comprovação, vira TRAIÇÃO”, escreveu Bolsonaro.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

ABC paulista pede ajuda ao governo de SP para ampliar leitos de Covid-19

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leito de UTI do SUS
Marcelo Casal/EBC

Cidades do ABC paulista registraram alta de casos e de internações nos últimos 30 dias

O Consórcio Intermunicipal Grande ABC, que abrange as cidades de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, pediu auxílio ao governo de São Paulo aumentar a quantidade de  leitos para Covid-19 nos hospitais Mario Covas, em Santo André, e Serraria, em Diadema.

O ofício foi encaminhado nesta sexta-feira (27) em caráter de urgência, citando o aumento da taxa de internação em unidades de terapia intensiva dos hospitais municipais nos últimos dias. As cidades temem que, em breve, faltem leitos para os doentes.

Segundo o Consórcio, a ocupação nos leitos de UTI para Covid-19 subiu de 44% para 65% nos últimos 20 dias. Em Diadema e Mauá a ocupação das UTIS já está acima de 80%.

Segundo dados da Fundação Seade, a região registrou alta de 32,1% nos casos nos últimos 30 dias. Já as mortes caíram 17,1% nesse período no grande ABC.

Medidas de distanciamento social

O Consórcio também recomendou aos sete municípios que aumentem as restrições para evitar aglomerações.

Em São Bernardo do Campo as restrições já valerão a partir de segunda-feira. O município vai reduzir a permissão de ocupação de 60% para 50% em bares, restaurantes, buffets, salões de beleza, shoppings e comércio em geral.

Os bares e restaurantes só poderão receber clientes até às 21h. As atividades precisam ser encerradas às 22h. Música ao vivo também está proibida na cidade.

Já a ocupação de academias passa de 60% para 40%, com funcionamento de seis horas por dias. Vestuários, chuveiros e piscinas vão permanecer fechados.

Reclassificação do Plano São Paulo

Segunda-feira (30), dia seguinte às eleições municiais, a gestão Doria (PSDB) vai apresentar a recalibragem do plano de abertura econômica.

Também já houve recomendação do Centro de Contingência da Covid-19 para aumentar as restrições em algumas regiões.

Segundo informações da CNN , a Secretaria Estadual de Saúde informou que vai repassar ainda em 2020 mais R$ 8 milhões para o município de São Bernardo do Campo para assistência a casos de Covid-19 no Hospital de Urgência de São Bernardo.

A pasta afirmou ainda que mantém 62 leitos exclusivos para a doença no Hospital Mário Covas e no Hospital de Diadema e que há vagas disponíveis para atendimento aos casos graves do coronavírus nas duas unidades.

Fonte: IG SAÚDE

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