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Aberto edital de R$ 100 milhões para obras do programa em Minas Gerais

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O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, assinou, esta semana, o lançamento do edital para a seleção de projetos, com investimentos previstos no valor de R$ 100 milhões, destinados à melhoria na gestão dos resíduos sólidos no estado de Minas Gerais. A medida tem origem no acordo substitutivo firmado entre a Vale e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) relativo ao acidente de Brumadinho. O acordo estabeleceu que o pagamento pelas infrações fosse convertido e aplicado diretamente em ações ambientais no estado.

Em julho do ano passado, foi determinado o pagamento de R$ 250 milhões pela Vale, a título de indenização pelos danos ambientais causados pelo rompimento de barragens em Brumadinho no ano de 2019. Do valor total, R$ 100 milhões foram designados à implantação de projetos no âmbito do programa Lixão Zero, do Ministério do Meio Ambiente. Os outros R$ 150 milhões do acordo serão destinados para investimentos em infraestrutura em parques nacionais de Minas Gerais.

Os recursos pagos pela mineradora serão repassados para consórcios públicos de Minas Gerais e aplicados em projetos para a melhoria da gestão de resíduos sólidos urbanos. Os projetos selecionados no edital contarão com o investimento dos R$ 100 milhões para a estruturação de usinas de triagem mecanizadas de resíduos provenientes da coleta indiferenciada e da coleta seletiva.

A otimização da triagem contribui para o tratamento correto dos resíduos, aprimorando a destinação final ambientalmente adequada. Como consequência, o estado será beneficiado pelo encerramento de lixões, pela valorização econômica de materiais recicláveis e resíduos orgânicos, e com a geração de combustível derivado de resíduos, que poderá ser aproveitado em cimenteiras, por meio do coprocessamento, em substituição ao uso de combustíveis fósseis.

Programa Lixão Zero

O programa Lixão Zero foi o segundo eixo da Agenda Ambiental Urbana a ser lançado, ainda em abril de 2019. Entre as ações do programa, destacam-se os repasses diretos, que já alcançaram municípios de todas as regiões do Brasil, além de avanços regulatórios, acordos de logística reversa e outras ações.

Com informações do Ministério do Meio Ambiente

Fonte: Brasil.gov

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G7 exige ação da Rússia contra crimes cibernéticos e “atividades malignas”

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 G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos
Reprodução/Flickr

G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos

O G7 , grupo dos sete países mais industrializados do mundo, exigiu neste domingo (13) que a Rússia tome medidas contra os que fazem ataques cibernéticos e usando ransomware a partir do país. O ransomeware é um ataque que restringe o acesso ao sistema infectado com uma espécie de bloqueio e cobra um resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido.

A reprimenda veio em um comunicado emitido após uma cúpula de três dias entre líderes do G7 no Reino Unido, que também pediu que Moscou “pare com seu comportamento desestabilizante e atividades malignas” e conduza uma investigação sobre o uso de armas químicas em território russo.

O comunicado diz que a Rússia precisa “responsabilizar aqueles que, dentro de suas fronteiras, conduzem ataques ransomeware, abusam de moedas virtuais para lavar dinheiro e outros crimes cibernéticos”. 

A questão está sob os holofotes após um ataque virtual ao Colonial Pipeline, maior tubulação de combustíveis dos Estados Unidos, e outro que interrompeu as operações norte-americanas e australianas do frigorífico JBS. 

A nota do G7 pede ações mais amplas contra ataques cibernéticos. “Pedimos que os estados identifiquem e interrompam redes criminosas de ransomware que operem de dentro de suas fronteiras e responsabilizem essas redes por suas ações”, diz o documento. 


O pedido por investigação sobre uso de armas químicas vem após o crítico do Kremlin Alexei Navalny ser atendido na Alemanha, com médicos alemães informando que foi um envenenamento com um agente nervoso de uso militar. Navalny acusa Putin de ordenar o envenenamento, mas o Kremlin nega as acusações. 

Fonte: IG Mundo

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