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A ansiedade baixa a imunidade

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Por Eluise Dorileo

Nesses tempos de Covid-19 muitas pessoas têm ficado isoladas e isso gera ansiedade. Com isso o  cortisol que é o hormônio do estresse é liberado baixando a imunidade.

Imunidade baixa é um campo fértil para várias doenças de ordem física, mental e emocional.  E vem a pergunta: Como lidar com as emoções que o coronavírus pode trazer?

 Esse momento que estamos passando é muito sério, onde cada um deve se perceber neste processo para poder mudar seu destino e ressignificá-lo.

 A Lei da Atração é algo inevitável em nossas vidas, e que quanto mais focamos nosso pensamento em alguma coisa a possibilidade de materialização da mesma é enorme.

 Devo acrescentar também que se o pensamento vier acompanhado de sentimento, aí a potência de concretização é ainda maior. Entenda que o que muda positivamente ou faz o milagre em nossa vida é você sentir que está completamente imunizado. Desta forma, acionamos a possibilidade de não adoecer.

 A frase que deve vir com o sentimento de paz e confiança é: “Dou graças por ter a saúde perfeita, total e definitiva”.

 Eu sei que é difícil não pensarmos no perigo de se contaminar pelo coronavírus. Mas tente esquecer a ideia do perigo do vírus enquanto ora.

 Olhando para essas informações, imagino que seja adequado acionar a autorresponsabilidade e apesar desta eminente situação, devemos reconhecer nossos medos para não agir e atrair a partir deles.

 Se nossas emoções, ações e pensamentos se tornam o nosso campo vibracional, temos responsabilidade grande sobre o que vamos colher neste momento tão desafiador para a humanidade.

 Busque pegar para você a sua força interior e o seu poder de cura e de se imunizar contra o coronavírus. Seu organismo pode focar em não adoecer ao simples comando do cérebro.

 Diga não à ansiedade e ao medo de ser contaminado pelo coronavírus e bora para a vida.

 Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas – Email [email protected]

 

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A crença nos Espíritos como “Vantagem Adaptativa”

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Por Paiva Netto

Entender o que ocorre quando se deixa o plano físico, crer na eternidade da vida, comunicar-se com os ancestrais em Espírito, entre outras questões, acompanham os grupos humanos desde o princípio das eras. Estudiosos têm buscado compreender como essas crenças se manifestam psicológica e socialmente. Para muitos deles, a exemplo do antropólogo franco-americano Pascal Boyera crença em seres sobrenaturais é universal às religiões e é considerada pelos pesquisadores uma “vantagem adaptativa”.

O igualmente antropólogo norte-americano Michael Winkelman, em entrevista também ao programa Conexão Jesus — O Ecumenismo Divino, da Super Rede Boa Vontade de Comunicação (rádio, TV, internet e publicações), afirmou:

 — Por que é tão natural que a gente acredite nos Espíritos? (…) Nossos princípios biológicos nos levam a ter esse tipo de crença, por isso é natural para o ser humano acreditar nos Espíritos, pois temos evoluído certas capacidades mentais que nos conduzem a esse tipo de crença. (…) O mundo dos Espíritos tem um papel muito importante na evolução das pessoas e da sociedade. A ideia dos Espíritos nos dá uma referência a ser incorporada para melhorar nosso próprio comportamento. Ela igualmente nos oferece uma possibilidade de uma sociedade maior, mais bem integrada e com melhor funcionamento.  

A influência do Mundo Espiritual sobre o mundo da matéria, da qual trata o dr. Winkelman, é corroborada por vários pesquisadores. O debate ainda se amplia em relação à hipótese de estarmos programados para crer em Espíritos e exteriorizar nossa Religiosidade. Podemos mesmo dizer que esse sentido espiritual favoreceu nossa sobrevivência. Afinal, estamos nós, Homo sapiens sapiens, aqui para contar a história e não outro tipo de hominídeo.

Imaginem os benefícios que herdamos, como coletivo social, do indispensável cuidado da Espiritualidade Superior para conosco?! Quantos nobres e elevados valores podemos desenvolver por inspiração consciente ou inconsciente, vinda do coração generoso de abnegadas Irmãs e devotados Irmãos que, do Outro Lado da Vida, derramam sobre nós o amparo celestial? Citemos o perdão para ilustrar isso. A sociedade entraria em colapso sem esse divino postulado. E ele está na base das tradições de fé em todo o mundo, porquanto é ensinamento cuja origem vem do mais alto. Não foi sem propósito que Jesus, o Supremo Ligador do Céu à Terra, tanto difundiu esse princípio de transcendente teor espiritual:

 Quantas vezes se deve perdoar a um irmão 

21 Então, Pedro, aproximando-se do Cristo, Lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? 

22 Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete (Evangelho, segundo Mateus, 18:21 e 22).

Educar nossas capacidades sensitivas, sob os auspícios do Amor Divino, para estabelecer a perfeita sintonia com o Governo Invisível da Terra é a salvação da humanidade neste Fim dos Tempos. Já advertia o saudoso Alziro Zarur:

— Não há segurança fora de Deus. 

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com 

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