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Polícia Civil prende 4 autores de homicídio

O homicídio aconteceu no dia 25 de agosto de 2018, no bairro Maria Joaquina II, na cidade de Pontal do Araguaia. Na ocasião dois suspeitos em uma motocicleta efetuaram na vítima (Jhone de Oliveira Pereira, 32) seis disparos de arma de fogo.

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Polícia Civil prende 4 autores de homicídio em Pontal do Araguaia

Quatro mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Civil, em Barra do Garças (509 km a Leste), na sexta-feira (12), contra autores de um homicídio ocorrido na cidade de Pontal do Araguaia.

 

Além das prisões, a ação deflagrada pela 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças, com apoio da Delegacia Regional, Núcleo de Inteligência, 2ª Delegacia de Polícia, e Delegacia de Defesa da Mulher, resultou na apreensão de duas armas de fogo e diversas munições.

 

Tiveram as ordens de prisões preventivas cumpridas: F.O., 43, J.A.S.N, 27, C.A.S., 30, e P.L.J., 30, identificados como um mandante, dois coautores, e o quarto indivíduo apontado como partícipe do crime cometido contra a vida.

 

O homicídio aconteceu no dia 25 de agosto de 2018, no bairro Maria Joaquina II, na cidade de Pontal do Araguaia. Na ocasião dois suspeitos em uma motocicleta efetuaram na vítima (Jhone de Oliveira Pereira, 32) seis disparos de arma de fogo.

 

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Desde então, os policiais civis da 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças investigavam o caso. Após apoio do Núcleo de Inteligência (NI) foi possível colher provas contra os envolvidos no crime. A motivação também foi esclarecida, em razão da vítima ter tentando contra a vida de um dos investigados.

 

Diante dos indícios, a Polícia Civil representou pelos pedidos de prisão dos acusados, bem como pelos mandados de buscas de apreensão domiciliar, deferidos pela Justiça. Com as ordens judiciais, as equipes lograram êxito em localizar e prender os quatro suspeitos.

 

Durante os trabalhos de buscas foram encontrados um revólver de calibre 38 com 9 munições, uma pistola de calibre 380 com 27 munições, e mais 10 munições calibre 38, apreendidos nas residências dos presos: L.F.O. e C.A.S.

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Delegado Adriano Marcos Alencar

Delegado, Adriano Marcos Alencar

O delegado titular da 1ª Delegacia de Polícia Barra do Garças, Adriano Marcos Alencar, explicou que em 2018, A Delegacia com elevada produtividade, alcançou 100% nas resoluções dos crimes contra a vida, na forma tentada e/ou consumada, praticados na circunscrição.

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Conforme Adriano Marcos Alencar, a 1ª Delegacia de Polícia conta uma equipe de investigadores e escrivães, comprometidos com a missão institucional de assegurar a ordem pública, mediante investigação policial de qualidade, na busca da apuração e repressão de ilícitos penais.

 

“Com essas prisões, mais uma vez a Polícia Civil de Barra do Garças reforçou a qualidade dos serviços prestados. Os altos índices de resolução de crimes, com a identificação da autoria desse crime, no ano de 2018, obteve máxima produtividade na resolução dos crimes dolosos contra a vida, homicídios tentados e consumados, alcançando 100% de resolução”, parabenizou Adriano Marcos Alencar.

 

*Com informações da PJC | MT

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Justiça condena Energisa a pagar R$ 2 milhões por falhas no fornecimento de energia 

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A concessionária Energisa Mato Grosso foi condenada pela Justiça a implementar melhorias imediatas no fornecimento de energia elétrica em Alto Garças. A decisão atende a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, que investigou interrupções constantes e diárias no serviço. Além da obrigação de regularizar a prestação do serviço, a empresa deverá pagar R$ 2 milhões por danos morais coletivos.

A investigação, conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça da cidade sob responsabilidade do promotor Thiago Marcelo Francisco dos Santos, revelou que as quedas de energia eram crônicas, ocorrendo diversas vezes ao dia. O Ministério Público demonstrou que o problema persistia há anos, afetando diretamente o abastecimento de água, o funcionamento de unidades de saúde e causando prejuízos em equipamentos eletrônicos de moradores e órgãos públicos.

Em sua defesa, a Energisa argumentou que as falhas eram provocadas por fatores externos, como condições climáticas, e afirmou que realizou investimentos na rede local. No entanto, o juiz Leandro Bozzola Guitarrara rejeitou as alegações, destacando que a frequência das interrupções evidencia falhas estruturais e não situações excepcionais. Na sentença, o magistrado reforçou que o serviço público essencial deve ser pautado pela continuidade, eficiência e segurança.

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O montante de R$ 2 milhões fixado para a indenização por danos morais coletivos será destinado conforme a Lei da Ação Civil Pública, com a garantia de que os recursos sejam aplicados em benefício direto da população de Alto Garças. A concessionária agora tem a obrigação técnica de assegurar que o fornecimento de eletricidade seja estabilizado para cessar os transtornos enfrentados pela coletividade.

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