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AGRO & NEGÓCIO

Elas voltaram: Outback vai dar suas famosas canecas pelo delivery

Marca de temática australiana presenteia cliente via iFood; são quatro opções, com cores diferentes e frases superdivertidas para colecionar

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O Outback Steakhouse anuncia uma novidade que promete causar uma verdadeira comoção entre colecionadores e fãs do restaurante. A partir de 12/04, os clientes que pedirem o combo especial da promoção via delivery, recebem em casa um dos objetos mais desejados pelos apaixonados pela marca: a icônica Caneca Outback. O objeto de desejo estará disponível pela primeira vez somente via delivery – a promoção não é válida nos restaurantes – e em quatro versões diferentes de cores e de frases divertidas.

“A gente quer continuar levando momentos de descontração e quebra da rotina para nossos clientes sem que eles precisem sair de casa, por isso, nos adaptamos ao momento atual e lançamos nossa primeira promoção com brinde exclusivamente através do delivery”, diz Renata Lamarco, diretora de Marketing da Bloomin’ Brands, grupo detentor da marca Outback Steakhouse. “Pensamos em formatos divertidos, que levam um pouco da nossa essência para dentro da casa dos nossos lovers, e essa promoção é muito celebrada por nós e pelos nossos clientes”, diz.

Para ganhar, é fácil: basta pedir o combo da promoção formado por Kookaburra Wings (sobreasas de frango empanadas em um mix de temperos Outback servidas com aipo crocante e molho Blue Cheese) e as generosas Bloom Petals Grande (pétalas da famosa cebola gigante dourada Bloomin’ Onion e molho Bloom), além de duas Brahma Duplo Malte ou dois Guaranás Antarctica em lata (original ou zero). Pronto, a Caneca Outback vai junto, via delivery. O combo custa R$ 99 e a Caneca é um presente da marca.

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As canecas colecionáveis, para brindar e viver um #MomentoOutbackEmCasa cheio de estilo, são importadas e de vidro temperado, congelando facilmente no freezer igual as que são servidas nos restaurantes, e podem ser encontradas em verde, laranja, azul ou roxo. Além disso, cada uma é personalizada com uma das frases: “Caneca cheia faz conversa boa”, “Não esquenta, chopp gelado”, “Estamos há 0 dias sem brindar” e “A vida é feita de escolhas, escolha colarinho”.

A promoção é válida exclusivamente via iFood. Os clientes podem optar por receber em casa via delivery ou, também, pela opção de Retirada – pedindo pelo aplicativo e retirando no restaurante mais próximo na modalidade To Go. Não é valido para pedidos diretamente no restaurante. A promoção acontece de segunda a domingo (exceto feriados), durante o horário de funcionamento e enquanto durarem os estoques.

Sobre o Outback Steakhouse 

O Outback Steakhouse possui 111 restaurantes no Brasil e está presente em 49 cidades, 16 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esportes, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback. A rede Outback Steakhouse pertence ao grupo Bloomin’ Brands, que com ainda com as marcas Abbraccio e Aussie Grill no País.

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Programa que reduziu roubos no campo enfrenta gargalo de comunicação

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Responsável por um dos programas de policiamento rural mais abrangentes do País, o Paraná enfrenta um gargalo tecnológico que ameaça limitar os resultados obtidos nos últimos anos. Apesar da redução de 34,6% nos roubos em propriedades rurais desde 2022, as viaturas da Patrulha Rural da Polícia Militar ainda operam sem conexão via satélite em grande parte das áreas mais remotas do Estado, dificultando a comunicação em regiões sem cobertura de telefonia ou internet.

O problema afeta um programa que reúne 37.362 propriedades cadastradas e mais de 24,6 mil propriedades certificadas. Em 2025, testes realizados pelo próprio governo estadual em Londrina e Tamarana demonstraram a viabilidade do uso de internet via satélite nas viaturas, permitindo comunicação estável mesmo durante os deslocamentos por estradas rurais. Mais de um ano depois, porém, a tecnologia ainda não foi incorporada ao sistema.

A demora levou a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) a cobrar prioridade para a implantação do serviço nas equipes que atuam no campo. A entidade argumenta que a falta de conectividade compromete a capacidade de resposta da polícia justamente nas regiões mais afastadas dos centros urbanos.

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“O trabalho da Patrulha Rural é fundamental para a segurança no campo, mas ainda existe um problema que precisa ser resolvido. Em muitas regiões, o produtor não consegue contato com a polícia em situações de emergência porque não há sinal de telefonia ou internet. A tecnologia é indispensável para reduzir essa distância”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Segundo a Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, os testes realizados em 2025 apresentaram resultados considerados positivos e o relatório técnico foi encaminhado à Secretaria de Segurança Pública (Sesp). Em nota, a pasta informou que a Polícia Militar realiza levantamentos para equipar as viaturas da Patrulha Rural, Polícia Ambiental, Batalhão de Fronteira e Polícia Rodoviária, entre outras unidades.

Para Meneguette, os investimentos em conectividade deveriam priorizar o meio rural, onde as limitações de comunicação são maiores.

“Pela própria dimensão territorial, é impossível manter equipes em todos os locais com rapidez. Por isso, a comunicação é uma ferramenta estratégica. O Paraná construiu um modelo de segurança rural que se tornou referência para outros Estados, mas é preciso avançar em tecnologia para garantir que esse sistema continue eficiente”, diz.

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A discussão ocorre em um momento em que a criminalidade no campo exige respostas cada vez mais rápidas e em que Estados produtores buscam ampliar o uso de tecnologias de monitoramento e comunicação nas áreas rurais. Especialistas em segurança pública avaliam que a conectividade tende a se tornar um dos principais pilares do policiamento rural nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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