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POLÍCIA

Empresários são presos em operação da PF contra comércio ilegal de ouro

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Os empresários Geraldo Henrique Costa Neto e José Roberto Ribeiro foram presos preventivamente nesta sexta-feira (28.08) durante a Operação Arcanjo, deflagrada pela Polícia Federal para investigar um esquema de comércio ilegal de ouro.

A ação cumpre 22 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva em Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Pontes e Lacerda, em Mato Grosso, além de Campo Grande (MS) e São José do Rio Preto (SP).

Segundo a investigação, o grupo atuava na aquisição, circulação e comercialização de ouro de origem ilícita. Os envolvidos também teriam utilizado mecanismos para ocultar e dissimular os recursos obtidos com as negociações.

A Polícia Federal estima que os investigados tenham movimentado mais de R$ 5,2 milhões relacionados às operações apuradas. Durante o trabalho investigativo, também foi identificada a negociação de aproximadamente 17,3 quilos de ouro.

A organização seria composta por fornecedores, operadores financeiros, intermediários, transportadores e compradores do minério. O esquema teria início na região de Poconé e se estenderia até São José do Rio Preto, no interior paulista.

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De acordo com a PF, no município de São José do Rio Preto, o ouro era recebido e armazenado em um estabelecimento usado para a custódia e comercialização do material.

As apurações também identificaram estratégias empregadas para esconder a origem dos valores obtidos com as negociações e dificultar o rastreamento dos recursos.

Os fatos investigados podem configurar, em tese, os crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

A Operação Arcanjo tem como objetivo desarticular o grupo e interromper a estrutura utilizada para adquirir, transportar e comercializar ouro de origem ilícita.

 

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POLÍCIA

Homem é preso durante operação contra furto de energia em Várzea Grande

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Um homem foi preso em flagrante e outro conduzido à delegacia durante mais uma fase da Operação Energia Limpa, realizada nesta quinta-feira (27) pela Polícia Civil em Várzea Grande. A ação foi conduzida por equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

Durante a fiscalização, foram identificadas ligações clandestinas de energia em um estabelecimento comercial, no bairro São Mateus, e em uma residência localizada no Jardim Eldorado. Nos dois imóveis, os técnicos constataram conexões diretas à rede de distribuição, sem passagem pelo medidor oficial.

A prática configura, em tese, furto qualificado de energia elétrica mediante fraude, previsto no artigo 155, parágrafos 3º e 4º, inciso II, do Código Penal. A ligação irregular impede a medição correta do consumo e causa prejuízos à concessionária.

No estabelecimento comercial, o responsável não foi localizado durante a fiscalização. Um funcionário foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos. Já na residência, o morador apontado como responsável pela ligação clandestina foi preso em flagrante.

Após os procedimentos na unidade policial, o suspeito foi encaminhado para audiência de custódia e permaneceu à disposição da Justiça.

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Operação Energia Limpa

A Polícia Civil mantém ações de fiscalização para identificar fraudes e irregularidades no consumo de energia elétrica. A Operação Energia Limpa conta com apoio técnico da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da concessionária Energisa.

Além de provocar perdas financeiras, o furto de energia representa risco à segurança da população. Ligações clandestinas e adulterações em medidores podem causar curtos-circuitos, incêndios e acidentes, além de comprometer a qualidade do fornecimento de energia elétrica.

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