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7ª Expo Brasil mostra em Cuiabá iniciativas sustentáveis e inclusão produtiva

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As principais práticas relacionadas à inclusão social e produtiva com respeito ao meio ambiente para uma vida sustentável em pequenas comunidades, incentivadas por instituições, iniciativa privada e grupos sociais organizados serão apresentadas em Cuiabá na 7ª Expo Brasil Desenvolvimento Local, entre esta quarta-feira (12) e 14 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal.

A forma de economia solidária, a cultura, a comunicação e a educação de agentes vão permear o evento. Uma mostra de tecnologias sociais, soluções simples adaptadas para a vida urbana e rural, é também parte da programação.

Na véspera da Expo Brasil, cerca de 4.500 pessoas de 23 Estados (todos da região Centro-Oeste e Sul e a maioria do Norte e Nordeste) já se inscreveram para participar do evento. Cerca de 10 mil pessoas devem circular pela Expo Brasil nos três dias. Trinta caravanas do interior de Mato Grosso confirmaram presença e mais quatro de Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Rondônia.

A Expo Brasil vai reunir conceitos, experiências e trocas de informações sobre iniciativas de organização comunitária e utilização de recursos naturais de modo equilibrado em diferentes territórios do país e do exterior.

Sustentabilidade

Desde o início do mês, algumas placas de outdoors nas principais ruas e avenidas de Cuiabá divulgam o evento dentro do conceito de sustentabilidade da 7ª Expo Brasil Desenvolvimento Local. Parte da montagem dos outdoors foi realizada com a utilização de materiais reciclados. No total, foram 12 mil latinhas de cerveja e refrigerantes e 1.500 garrafas PET. Em todas as placas, o convite para reflexão e mudança do conceito de vida: “Idéias sustentáveis podem transformar a sua vida”. Os materiais recicláveis reunidos para uso na peça de divulgação foram recolhidos entre os funcionários do Sebrae Mato Grosso, em uma campanha interna realizada na primeira quinzena de outubro.

“A proposta do outdoor foi feita para internalizar o foco principal do evento. O outdoor é para tornar palpável o que é coluna dorsal da Expo Brasil, porque não acreditamos em desenvolvimento local se não tiver a idéia de sustentabilidade”, explica a diretora do Sebrae, Eneida de Oliveira.

Programação

Uma das principais conferências da abertura no dia 12 na Expo Brasil, “Criando Comunidades Sustentáveis em uma Era Global”, às 11 horas, será com o estudioso e empreendedor de geração de renda a partir de pequenos negócios, economista Michael Shuman. Ele vai abordar as vantagens de se produzir, comercializar e prestar serviços em escala regional. No mesmo dia, às 14 horas, o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae, Pedro Nadaf, vai explanar sobre “Desenvolvimento Sustentável da Economia de Mato Grosso”.

No dia 13, às 8 horas, a conferência “Cultura, Educação e Desenvolvimento” será ministrada pelo folclorista, historiador e educador popular, Tião Rocha, vencedor do prêmio Empreendedor Social 2007. Já no último dia, 14, às 8 horas, a conferência principal vai abordar o tema “Governança Democrática no Território: Possibilidades e Desafios”, com a socióloga e especialista em desenvolvimento econômico regional do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento, Tania Zapata.

A Expo Brasil tem dimensão nacional e internacional, com a participação de pessoas de 13 países. Será um encontro de agentes populares e estudiosos sobre desenvolvimento local que reforça a crença humana de produzir e distribuir bens e serviços de forma sustentável, ou utilização dos recursos naturais de forma equilibrada.

A disseminação do conhecimento no evento será ainda possibilitada pelo formato interativo de conferências, palestras, painéis, debates, apresentação de experiências, oficinas e minicursos. Paralelamente ao evento, haverá uma feira de exposição de produtos sustentáveis, projetos inovadores, atividades culturais, experiências latino-americanas e ambientes de promoção do saber popular e da educação formal.

JONAS DA SILVA
Assessoria/Expo Brasil

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Paulinha Abelha, do Calcinha Preta, morre em consequência da encefalite

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A cantora Paulinha Abelha, vocalista da banda Calcinha Preta, morreu nesta quarta-feira (23.02), aos 43 anos, em Aracaju. Ela foi internada no dia 11 de fevereiro, com problemas renais e o problema evoluiu para uma encefalite. A artista morreu às 19h26 em decorrência de um quadro de comprometimento multissistêmico, segundo nota divulgada pela assessoria de comunicação do Hospital Primavera. om encefalite. Inicialmente a cantora apresentou um quadro de infecção renal e foi internada para fazer diálise, mas o problema se agravou, ela entrou em coma e os médicos ainda tentam descobrir o que provocou a encefalite.

“O Hospital Primavera comunica, com pesar, que a cantora, Paula de Menezes Nascimento Leca Viana, Paulinha Abelha, faleceu hoje às 19h26 em decorrência de um quadro de comprometimento multissistêmico. Nas últimas 24 horas apresentou importante agravamento de lesões neurológicas, constatadas em ressonância magnética, e associada a coma profundo. Foi então iniciado protocolo diagnóstico de morte encefálica, que confirmou hipótese após exames clínicos e complementar específicos. Ela estava internada no Hospital Primavera desde o dia 17 de fevereiro, sob os cuidados das equipes médicas de terapia intensiva, neurologia e infectologia”, diz a nota de falecimento.

O SUA SAÚDE AQUI falou sobre a doença da cantora dia 17. Saiba mais  aqui

QUEM FOI PAULINHA

Carreira e volta ao Calcinha Preta Nascida em 16 de agosto de 1978, Paula de Menezes Nascimento é natural do interior de Sergipe. Ela iniciou a carreira musical aos 12 anos, cantando em bandas locais e trios elétricos em pequenas cidades sergipanas. Antes do Calcinha Preta, ela chegou a tentar a carreira com outros grupos, criados por ela.

Por 3 anos, cantou na banda Flor de Mel, um investimento próprio que precisou interromper pela falta de recursos financeiros, tanto dela quanto de seus pais. Apesar da tristeza, Paulinha não desistiu, e pouco tempo depois foi selecionada para integrar a banda Panela de Barro. Ela ficou no grupo por mais três anos, período em que ganhou experiência e habilidade com o público. O destaque a nível nacional, no entanto, veio a partir de 1998, quando ela entrou para o Calcinha Preta após ser descoberta pelo empresário Gilton Andrade. O grupo, que é um dos maiores nomes do forró eletrônico, foi formado em 8 de dezembro de 1995 e, desde então, já passou por diversas formações.

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