Saúde

69% dos pacientes infectados em MT estão recuperados; ocupação das UTIs está em 70,9%

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 275 internações em UTIs públicas e 279 em enfermarias públicas. A taxa de ocupação está em 70,98% para UTIs adulto e em 31,56% para enfermarias adulto.

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Paciente Gloriete Custódio de Queiroz, deixa hospital após vencer a Covid-19

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (14.08), 72.141 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 2.336 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram registradas 1.433 novas confirmações de coronavírus no Estado. Dos 72.141 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 20.096 estão em monitoramento e 49.709 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 275 internações em UTIs públicas e 279 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 70,98% para UTIs adulto e em 31,56% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19, estão: Cuiabá (14.883), Várzea Grande (5.782), Rondonópolis (4.681), Lucas do Rio Verde (3.658), Sorriso (3.568), Tangará da Serra (3.194), Sinop (2.573), Primavera do Leste (2.248), Nova Mutum (1.670) e Campo Novo do Parecis (1.405).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos de coronavírus em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo Covid-19, disponível neste link.

Os dados ainda apontam que um total de 66.106 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.873 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na última quinta-feira (13), o Governo Federal confirmou 3.224.876 casos da Covid-19 no Brasil e 105.463 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 104.201 óbitos e 3.164.785 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou a atualização desta sexta-feira (14).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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Rússia anuncia pedido de registro de vacina à Anvisa

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A Sputnik V é vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia
Foto: Divulgação/SputinikV

A Sputnik V é vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia

O Fundo de Investimentos Diretos da Rússia (RDIF, fundo soberano de riqueza da Federação da Rússia), a empresa União Química Farmacêutica Nacional e o governo do Paraná anunciam hoje (30) que foi realizada a pré-submissão à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) dos documentos preliminares para registrar a vacina russa “Sputnik V”.

A Sputnik V, produzida pelo Centro Nacional de Pesquisas em Epidemiologia e Microbiologia Nikolay Gamaleya, recebeu um certificado de registro do Ministério da Saúde da Rússia, tornando-se a primeira vacina contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) registrada no mundo.

De acordo com o RDIF, os esforços de todas as entidades e pessoas envolvidas no desenvolvimento, testes e produção da vacina Sputnik V no Brasil visam assegurar, o quanto antes, a disponibilidade da vacina para a população com base em princípios de transparência, segurança e eficácia.

No dia 4 de setembro, uma das principais revistas médicas do mundo, a The Lancet, publicou um artigo científico com os resultados das fases 1-2 dos ensaios clínicos da vacina, que demonstrou a ausência de eventos adversos graves e a formação de uma resposta imunológica estável em 100% dos participantes do estudo.

Atualmente, o estudo pós-registro da Sputnik V continua com a participação de 40 mil voluntários. Ao mesmo tempo, mais de 60 mil pessoas expressaram sua vontade de se voluntariar para o estudo. Os primeiros resultados de pós-registro devem ser publicados em outubro-novembro de 2020.

Para Kirill Dmitriev, o CEO do Fundo de Investimentos Diretos da Rússia, o RDIF e a União Química, com o apoio do Paraná, cooperam de forma proativa com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil. “Que tem desempenhado um papel fundamental e sensível para registrar, o quanto antes, a vacina Sputnik V no país. O registro permitirá passar à produção, bem como à distribuição da vacina no território brasileiro em breve. Enquanto a situação com a pandemia do coronavírus no mundo ainda não está melhorando, a parceria em relação à vacina “Sputnik V” permitirá coordenar os esforços dos nossos países e disponibilizar à população brasileira uma vacina segura e eficaz, baseada na plataforma bem estudada de vetores adenovirais humanos”, afirmou Dmitriev.

Fonte: IG SAÚDE

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