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55 dias após reajuste, defasagem da gasolina é de 12% e do diesel 24%

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Ivonete Dainese

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Após 55 dias de vigência do último reajuste de preços promovido pela Petrobras, a gasolina já acumula defasagem de 12% e o diesel de 24%, segundo o relatório “PPI (Preço em Paridade Internacional) X Preço doméstico”, divulgado pela Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustível) divulgado nesta quarta-feira (4). 

Com a alta do câmbio e dos preços do petróleo no mercado internacional, as defasagens afastaram-se muito da paridade. Segundo a entidade, os preços atuais inviabilizam as operações de importação.

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O diesel acumula maior atraso no preço, na média de -R$1,50/L, variando entre -R$1,74/L a -R$0,52/L, a depender do porto de operação. Já o preço da gasolina tem defasagem média de -R$0,54/L, variando entre -R$0,66/L a -R$0,24/L, a depender do porto de operação.

O preço de paridade de importação (ppi) foi calculado usando como referência os valores para gasolina, óleo diesel, câmbio (R$5,01), frete marítimo no fechamento do mercado no dia útil anterior, etc. 

No dia 10 de março, a Petrobras reajustou pela última vez o preço dos derivados de petróleo, promovendo aumento de 18,7% no preço da gasolina e de 24,9% no preço do diesel nas refinarias. O gás liquefeito de petróleo (GLP) também será reajustado, em 16%.

Pouco depois, o Congresso aprovou uma lei para mudar a cobrança do ICMS e o governo federal zerou o PIS/Cofins sobre o diesel. No dia 28 de março, o presidente Jair Bolsonaro demitiu o general Joaquim Silva e Luna da presidência da estatal e o substituto, José Mauro Coelho, assumiu o comando da petroleira em 14 de abril.

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Eletrobras reduz lucro em 45% após investimento em Furnas

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Agência Brasil

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A Eletrobras obteve lucro líquido de R$ 1,401 bilhão no segundo trimestre do ano , queda de 45% na comparação com o mesmo período de 2021. No acumulado do ano até junho, o lucro da companhia caiu 1%, para R$ 4,117 bilhões.

Segundo a estatal, o resultado foi impactado negativamente pela provisão para perdas em investimentos no montante de R$ 890 milhões, em função, principalmente, do  aporte de capital realizado por Furnas na SPE Santo Antônio Energia.

No trimestre também pesou o registro de R$ 694 milhões em Provisão para Crédito de Liquidações Duvidosas (PCLD) relativo à inadimplência da distribuidora Amazonas Energia.

A receita operacional líquida atingiu R$ 8,856 bilhões no período, 19,1% superior à observada no mesmo período do ano passado, influenciada pela melhor performance nos contratos bilaterais e pelo reajuste anual das receitas de transmissão cuja base de ativos foi ampliada no ciclo 2021/2022 pelo reperfilamento da Rede Básica Sistema Existente (RBSE).

De janeiro a junho, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 4,861 bilhões, alta de 6% em comparação com igual intervalo do ano anterior. Considerando os seis primeiros meses de 2022, o Ebitda ajustado aumentou 5% para R$ 9,791 bilhões. A margem Ebitda ajustada do período alcançou 55%, queda de 7,08 pontos percentuais (p.p.) na base anual.

Ao final do trimestre, a dívida líquida recorrente da Eletrobras era de R$ 15,142 bilhões, 11% menor que no mesmo intervalo do ano anterior. A alavancagem, medida pela relação dívida líquida por Ebitda LTM ajustado, alcançou 0,7 vez no trimestre, queda de 24% na base anual.

Os investimentos da Eletrobras no trimestre totalizaram R$ 2,548 bilhões, crescimento de 159% em base anual de comparação. No semestre os investimentos avançaram 103%, para R$ 3,050 bilhões.

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Fonte: IG ECONOMIA

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