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5 dicas para economizar no gás de cozinha

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Veja dicas para economizar no gás de cozinha
Leonardo Ferreira

Veja dicas para economizar no gás de cozinha


O gás de cozinha registrou alta cerca de cinco vezes a mais do que a inflação em 2021 e o preço médio de um botijão de 13kg chega a R$96. A alta, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP) chega a 30% no acumulado deste ano, já a inflação do período é de 5,67%.

Pensando em ajudar o consumidor a economizar na hora de preparar a refeição, o Centro Europeu – tradicional escola de gastronomia de Curitiba – buscou orientações com especialistas. Confira algumas dicas do chef Vavo Krieck, que também é professor de gastronomia no Centro Europeu.


1 – Faça a revisão do seu fogão

Não espere que o seu equipamento apresente um defeito para chamar o técnico. “O certo é fazer a manutenção preventiva todos os anos, na qual ajustes e regulagens específicos são feitos nos queimadores, evitando gasto desnecessário. 60% do calor produzido pelo queimador é dissipado na cozinha”, alertou Krieck.

2 – Escolha bem seus utensílios 

As panelas de fundo triplo ou de ferro fundido ajudam a economizar o consumo de gás. “Elas retém mais calor e permitem que a chama seja reduzida quando começa a ferver, sem perder a temperatura, o que não é possível com as panelas mais finas”.

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3 – A panela de pressão é sua aliada

Se você tem medo de utilizar as panelas de pressão é hora de aprender a trabalhar com esse utensílio. “A pressão faz com que as panelas atinjam temperaturas de mais de 120ºC, cozinhando os alimentos de forma mais rápida e auxiliando na economia do gás. As outras panelas não passam dos 100ºC”, explica o chef.

4 – Organização

De acordo com o professor do Centro Europeu ao manter a organização na cozinha e com os ingredientes que serão usados sempre à mão, o tempo das panelas no fogo tende a reduzir. O termo em francês para “tudo no seu lugar”, na cozinha, é mise en place.

5 – Cooktop por indução

O equipamento é mais econômico e permite controle da intensidade do calor, segurança e praticidade. O aquecimento eletromagnético faz com que o cooktop não aqueça, mas sim a panela. Além disso, ele cozinha os alimentos muito mais rápido, mas para utilizá-lo é necessário ter panelas adequadas. Lembre-se que além de economizar financeiramente, estamos adotando ações mais sustentáveis ao meio ambiente, quando economizamos GLP (Gás liquefeito de petróleo).

De acordo com o diretor acadêmico e responsável pelos cursos de Gastronomia da escola, Rogério Gobbi, os temas relacionados com a sustentabilidade devem ser incorporados no dia a dia das cozinhas. “Quem trabalha em cozinhas seja de forma profissional ou mesmo por hobby, deve estar atento em causar o menor impacto possível à natureza, evitando perdas de alimentos e produzindo com economia de recursos,”, conta Rogério.

Fonte: IG Mulher

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Casamento às Cegas: 5 lições de relacionamento do reality

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Casamento às Cegas: 5 lições de relacionamento do reality
Reprodução: Alto Astral

Casamento às Cegas: 5 lições de relacionamento do reality

Manter uma relação amorosa livre de brigas e à prova de diferenças não é tarefa das mais fáceis – ainda mais quando os envolvidos se conhecem há pouco tempo e logo partem para algo mais sério, como em Casamento às Cegas Brasil. O reality show da Netflix apresentando pelo par Camila Queiroz e Klebber Toledo exibiu seu episódio final na última semana e, entre uniões consolidadas e algumas desavenças, fez muita gente pensar sobre erros e acertos num relacionamento.

Você poderá conhecer mais detalhes sobre os pares no dia 4 de novembro, quando a Netflix exibirá em seu canal no YouTube a continuação chamada Casamento às Cegas Brasil, O Reencontro. Enquanto a data não chega, Alto Astral convidou a psicóloga Raquel Mello para comentar as lições que todo casal pode tirar do reality. Confira!

Carol e Hudson

Não tentar mudar o outro é benéfico para a relação

As diferenças do casal no início de Casamento às Cegas foram superadas e os dois toparam se casar. A advogada fez questão de ressaltar que o fato de Hudson não querer mudar o jeito dela foi determinante para a decisão do “sim”. Segundo Raquel, quando algo não está agradando no par o ideal é sentar e conversar, para achar uma solução que seja boa para os dois. Forçar o outro a mudar é o caminho certo para a desilusão.

Nanda e Thiago

Comportamentos machistas não passarão

Embora o casamento da dupla, no final do reality, tenha chocado o público, vários sites têm especulado que os dois não estão mais juntos. Os telespectadores se irritaram com o jeito controlador e com várias posturas machistas do rapaz, como reclamar o tempo todo do cigarro da noiva. Segundo amigas de Nanda, ela estaria agora com Mackdavid, outro participante com quem deu match na cabine.

Luana e Lisso

Abrir o jogo sobre vulnerabilidades é saudável

O casal trocou alianças, para felicidade geral da torcida. Luana, ao longo do reality, não teve vergonha de abrir o jogo sobre o medo que sentia de encarar um novo amor e ganhou pontos com o noivo. Conversar de maneira franca, objetiva e aberta desde o início é o passo certo para manter um relacionamento sadio, permeado por respeito e carinho.

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Ana e Shay

Dizer adeus às idealizações conduz a decisões acertadas

Um dos casais mais controversos de “Casamento às Cegas” não resistiu às diferenças. Ana destacou que as palavras de Shay não combinam com suas atitudes e afirmou que não queria mais viver sob idealizações. Fez certo, para Raquel, pois não existe relacionamento ideal, e sim relacionamento real. Manter os pés no chão é sinal de maturidade.

Dayane e Rodrigo

Intimidade do casal diz respeito apenas aos dois

Apesar da química evidente no início da atração – e depois de muitos percalços e lágrimas -, no altar Dayane mandou: “Obrigada por tudo, mas não!”. A bancária não gostou nem um pouco do fato do noivo ter compartilhado intimidades dos dois com amigos. Para a psicóloga Raquel Mello, o que acontece em um relacionamento precisa ser preservado e blindado da interferência de outras pessoas. Caso contrário, o romance pode sofrer impactos e até se pautar por opiniões de fora que não correspondem à realidade.

Fonte: Raquel Mello, psicóloga e psicoterapeuta clínica.

Fonte: IG Mulher

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