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3,6 milhões de novas vítimas em 24 horas, mas o Brasil hackeado segue tranquilo

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

O Covid-19 está explodindo em todo o mundo. Ontem (12.01) foram registrados mais de 3,67 milhões de novos casos em apenas 24 horas. Foi um novo recorde diário de infectados, desde o início de 2022. Mas, enquanto isso, com o sistema oportunamente afetado por um ataque de hackers, o Brasil segue calmamente.

No mesmo período, os dados oficiais dizem que o Brasil registrou “apenas” 88.464 novos casos de Covid-19. Cerca de 10% do total de casos dos Estados Unidos (894 mil novos infectados ontem).

O curioso é que antes do “ataque de hackers” Brasil e Estados Unidos vinham liderando o número de casos e mortes por covid no mundo e, desde a pandemia, sempre registraram números proporcionalmente parecidos. Mas ontem os EUA tiveram 2.730 mortes e o Brasil 134.

Do segundo lugar que ocupava, o Brasil pós apagão de dados e a instabilidade nos sistemas do Ministério da Saúde agora é o nono na lista dos 10 mais afetados pelo Covid:

  1. Estados Unidos: 894 mil
  2. Índia: 442 mil
  3. França: 361 mil
  4. Itália: 196 mil
  5. Espanha: 179 mil
  6. Austrália: 175 mil
  7. Argentina: 131 mil
  8. Reino Unido: 129 mil
  9. Brasil: 87 mil
  10. Alemanha: 86 mil

E, apesar do avanço astronômico no número de casos no mundo, o Ministério da Saúde hackeado adotou mais uma medida controversa: decidiu reduzir de 10 para 7 dias o período recomendado de isolamento para pacientes com covid-19. E, com a possibilidade de encurtar ainda mais o tempo de isolamento.

Se no quinto dia o paciente não tiver mais nenhum sintoma respiratório, não apresente febre e estiver há 24 horas sem usar medicamento antitérmico, ele pode fazer um teste rápido de covid-19. Assim, se o teste der negativo para o vírus, ele também está liberado.

Para os especialistas, como  o neurocientista Miguel Nicolelis, um dos 20 maiores cientistas do mundo na atualidade, a decisão do ministério “não faz sentido nenhum”. Nicodelis afirmou, em suas redes sociais, que “a medida prioriza a economia, e não o bem-estar da população”.

Além disso, o especialista também ressaltou que os dados utilizados que o governo usou para definir o período de isolamento são baseados nas variantes anteriores, e não na ômicron, que, segundo análise feita pelo Instituto Todos Pela Saúde (ITpS) em parceria com os laboratórios DB Molecular, Dasa e CDL, já é responsável por 98,7% dos casos.

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Filho de Faustão sofria de obesidade mórbida infantil e fez cirurgia

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Quem vê o João Guilherme, filho do Faustão, atuando no programa da rede bandeirantes, talvez não imagine que um rapaz tão novo já tenha enfrentado tantos problemas de saúde, a ponto de ter que fazer cirurgia bariátrica. O garoto, aos 16 anos, pesava 150 quilos e, seguindo os passos do pai, “entrou na faca” uma fez a cirurgia bariátrica (SAIBA MAIS AQUI).

“Antes, ele levava a sério o negócio de churrasco, pesava 150 quilos. Hoje pesa 75 quilos, não é isso?”, perguntou Faustão durante o Faustão na Band. “Não, 72 quilos. Sabe o que acontece? Para quem é ex-gordo cada quilinho faz diferença”, respondeu João.

Em 2020, João passou por uma cirurgia bariátrica. Faustão fez a mesma cirurgia em 2009. “Eu sempre fui feliz, nunca tive problema. Mas a gente não imagina como pode ser mais feliz por questão de saúde e autoestima”, afirmou o jovem.

Na época, Luciana Cardoso, mãe de João e mulher de Faustão, falou sobre o procedimento do rapaz. “Foi uma indicação médica. Ele tinha indicadores de que poderia ter problemas no futuro”, disse.

OBESIDADE INFANTIL – Foi-se a época em que uma criança gordinha era orgulho para os pais. Sinal de saúde. Hoje sabe-se que a gordura em excesso, em qualquer idade, é um problema grave. Na infância, ainda pior.

Estudos recentes mostram que a obesidade é o terceiro problema de saúde pública que mais demanda gastos da economia brasileira, estando à frente até do tabagismo. Estima-se que os gastos giram em torno de R$ 110 bilhões, o que equivale a 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Outro dado marcante do crescimento epidêmico do excesso de peso é o aumento deste agravo em idades cada vez mais precoces. Em 2004, já se estimava que 10% das crianças e adolescentes do mundo apresentavam excesso de peso e que, dentre elas, um quarto eram obesas. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 15% das crianças brasileiras com idade entre 5 e 9 anos têm obesidade atualmente.

A obesidade mórbida é uma doença crônica progressiva, onde o excesso de gordura corporal se acumula a tal ponto que a saúde fica comprometida. O problema de obesidade em crianças, geralmente, está associado a prática do desmame precoce, combinadas com dietas incorretas – repletas de industrializados como: salgadinhos tipo “snacks”, bebidas com alto teor de açúcares, doces e alimentos frios – e questões culturais (criança gordinha ainda é sinônimo de criança saudável).

Outra causa importante refere-se também ao desequilíbrio entre a ingestão de alimentos e o gasto energético. Atualmente, grande parte do tempo das crianças é dedicado à televisão, videogame, computadores, que constituem um ambiente bastante favorável ao aumento da prevalência da obesidade, já que por dia as crianças brasileiras passam em média 3 horas na escola e “5 horas em frente à TV”, reduzindo, desta forma, a prática de atividades físicas que possibilitem os gastos energéticos.

Dentre os riscos a saúde provenientes da obesidade podemos citar: doenças respiratórias, doenças ortopédicas, colesterol e triglicerídeos elevados, hipertensão arterial e diabetes tipo 2. Pesquisas mostram que apenas 9% dos pais notam problemas dos filhos com a balança. É preciso estar sempre atento e algumas mudanças de hábito são fundamentais para a reeducação alimentar e controle do peso.

Como combater a obesidade

  • Fracione o volume de alimentos em 6 refeições durante o dia, evitando jejuns prolongados;

  • Incentive o consumo de frutas e hortaliças, em diferentes preparações;

  • Evite que a criança belisque fora das refeições e não substitua a refeição por mamadeiras, iogurtes e vitaminas;

  • Restrinja o consumo de guloseimas;

  • Reduza o tempo à frente da televisão, principalmente durante as refeições;

  • Estimule a prática de atividade física;

  • Não ofereça a comida como recompensa ou ameace com castigo caso não consumam a refeição ou determinado item;

  • Dê o exemplo. Não adianta dizer para beber suco e tomar refrigerante;

  • Fique atento e tome cuidado para não cair nas pegadinhas de alimentação saudável.

 

SAIBA MAIS
Entende-se por obesidade quando o Índice de Massa Corporal (IMC) de uma criança de 5 a 10 anos está acima de 30 kg/m². Já a obesidade mórbida é quando o IMC supera os 40 kg/m². Os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Saúde apontam que uma em cada três crianças de 5 a 9 anos está obesa.

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