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20 setembro – Dia de alerta sobre prevenção e combate ao câncer colorretal; Pelé retirou tumor

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

O Rei do futebol Pelé, 80, passou por uma cirurgia de “retirada de lesão suspeita no cólon direito”, no sábado (04/09) e, segundo o boletim médico do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, passa bem.

Ontem, por meio de suas redes sociais o ex-jogador escreveu: “Como podem ver, estou dando socos no ar em comemoração a cada dia melhor. O bom humor é o melhor remédio e isso eu tenho de sobra. Não poderia ser diferente”.

O tumor de Pelé foi identificado durante exames de rotina. E esse é um procedimento recomendável, segundo a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP).

E hoje, 20,  é o dia que marca, dentro da campanha Setembro Verde, a conscientização sobre a importância da prevenção e combate ao câncer de intestino, também chamado de câncer colo retal. A Coloproctologia é a especialidade médica que estuda as doenças do intestino grosso (colon), do reto e ânus.

O câncer colorretal abrange tumores que acometem um segmento do intestino grosso e o reto. É tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser detectado precocemente, quando ainda não se espalhou para outros órgãos. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso. Uma maneira de prevenir o aparecimento dos tumores seria a detecção e a remoção dos pólipos antes de eles se tornarem malignos.

A estimativa do Instituto Nacional de Câncer, José Alencar Gomes da Silva (Inca) é de que anualmente surjam 34.280 novos casos no Brasil, sendo 16.660 homens e 17.620 mulheres. Deste total, quase metade (15.415, sendo 7.387 homens e 8.024 mulheres) morrem em consequência da doença.

O câncer colorretal está relacionado a hábitos de vida não saudáveis, como consumo elevado de carnes vermelhas e processadas e pouca ingestão de frutas, legumes e verduras. Entre os fatores de risco estão ainda a obesidade, sedentarismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e tabagismo. A idade também pode contribuir para o surgimento da doença, principalmente a partir dos 50 anos.

A doença geralmente não apresenta sintomas em sua fase inicial, por isso se recomenda a realização da colonoscopia a partir dos 50 anos, mesmo quando não há casos na família de câncer colorretal ou pólipos. Quando houver histórico familiar, a recomendação geralmente é a partir dos 40 anos de idade. O exame é feito com a introdução de um tubo flexível acoplado a uma câmera para visualizar o intestino por dentro. A colonoscopia permite retirar eventuais pólipos, pequenas verrugas na mucosa do intestino. Os tumores malignos se originam a partir desses pólipos.

Em estágios avançados, o câncer do intestino pode causar perda de sangue nas fezes, dor abdominal, massa abdominal palpável, alteração do ritmo intestinal, emagrecimento, náuseas, vômitos e anemia não explicados por outras causas.

Quando detectada a doença, na maioria das vezes o tratamento é realizado por meio de cirurgia (por via convencional ou laparoscópica) para remoção da parte afetada juntamente com os gânglios linfáticos (linfonodos). Dependendo do grau de desenvolvimento do tumor, podem ser necessárias quimioterapia, radioterapia e cirurgia para realização de um estoma (orifício na parede abdominal).

 

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20 de outubro – Dia da Osteoporose que afeta 10 milhões de brasileiros

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

A osteoporose é uma doença provocada pela redução de massa dos ossos. Por diferentes fatores, a pessoa fica com ossos ocos, finos e muito sensíveis, tornando-os mais sujeitos a fraturas. Trata-se de uma doença silenciosa, que raramente apresenta sintomas antes que aparece. A pessoa só descobre que tem o problema, quando quebra um braço ou uma perna. E aí o tratamento é bem mais complicado. O ideal então é que sejam feitos exames preventivos, para que ela seja diagnosticada a tempo de se evitar as fraturas.

A estimativa é de que 10 milhões de brasileiros sofram de osteoporose; e uma de cada grupo de quatro mulheres com mais de 50 anos desenvolva a doença. A doença afeta um homem para cada quatro mulheres. No Brasil, a cada ano ocorrem cerca de 2,4 milhões de fraturas decorrentes da osteoporose e duzentas mil pessoas morrem por causa destas fraturas.

Os ossos mais atingidos pela osteoporose são a coluna (vértebras), o bacia (fêmur), o punho (rádio) e braço (úmero). Destas, a fratura mais perigosa é a do colo do fêmur. Um quarto dos pacientes que sofrem esta fratura morrem dentro de seis meses e os que sobrevivem apresentam uma redução importante da qualidade de vida e independência.

O diagnóstico precoce da osteoporose é feito pela medida da densidade óssea, através do exame da Densitometria Óssea. Possuem maior risco para desenvolver osteoporose as mulheres, indivíduos de raça branca, pessoas miúdas (magrinhas e pequenas), que tiveram menopausa precoce e não fizeram reposição hormonal, os fumantes, que possuem história de fraturas na família, que possuem doenças graves ou que utilizam corticoides por longo tempo, e aquelas que já tiveram fraturas na idade adulta.

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