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13 de outubro – Dia Nacional do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

A data foi escolhida por marcar o dia da criação dessas duas profissões. A fisioterapia é uma área da saúde que faz o estudo, a prevenção e o tratamento de lesões no corpo humano, provocadas por traumas, doenças adquiridas ou genéticas. Já a terapia ocupacional é a área relacionada mais ao estudo, prevenção e tratamento de problemas físicos, mentais, emocionais e sociais que dificultam a realização das atividades diárias. Ambas profissões fundamentais para a formação de profissionais que cuidam da saúde, e atuam de maneira diferente, mas complementar.

De acordo com o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Cofito), as diferentes áreas desse campo de atuação são fisioterapia clínica, saúde coletiva, educação e outras. Na fisioterapia clínica, o profissional está habilitado a atuar em hospitais, clínicas, centros de reabilitações, entre outras unidades de saúde. Na saúde coletiva, o fisioterapeuta é responsável por promover ações que garantam a saúde de grupos de pessoas, podendo participar, por exemplo, de programas de fisioterapia do trabalho e de ações básicas de saúde. Na área da educação, o profissional pode atuar em cursos de graduação e pós-graduação, além de realizar pesquisas no campo. Por fim, a área classificada como “outras” engloba o desenvolvimento de equipamentos e produtos para fisioterapia e a atuação na área esportiva.

E para ser terapeuta ocupacional, também é necessário fazer um curso superior, neste caso em terapia ocupacional. Após adquirir a formação adequada, esse profissional pode atuar em empresas, ambulatórios, clínicas, creches, escolas e sistemas prisionais, além de poder realizar projetos sociais. O terapeuta ocupacional lida com pessoas com dificuldades no desempenho de tarefas simples, sendo fundamentais paciência e amor pela área escolhida. Durante o tratamento, o profissional deve buscar meios para que a pessoa, aos poucos, consiga realizar essas tarefas, garantindo assim seu bem-estar e independência.

Sua atuação está relacionada ao desenvolvimento, educação, emoções, desejos, habilidades, organização do tempo, conhecimento do corpo em atividade, utilização dos recursos tecnológicos e equipamentos urbanos, ambiência, facilitação e economia de energia nas atividades cotidianas e laborais ( trabalho), objetivando o maior grau de independência e de autonomia possível.

 

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20 de outubro – Dia da Osteoporose que afeta 10 milhões de brasileiros

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

A osteoporose é uma doença provocada pela redução de massa dos ossos. Por diferentes fatores, a pessoa fica com ossos ocos, finos e muito sensíveis, tornando-os mais sujeitos a fraturas. Trata-se de uma doença silenciosa, que raramente apresenta sintomas antes que aparece. A pessoa só descobre que tem o problema, quando quebra um braço ou uma perna. E aí o tratamento é bem mais complicado. O ideal então é que sejam feitos exames preventivos, para que ela seja diagnosticada a tempo de se evitar as fraturas.

A estimativa é de que 10 milhões de brasileiros sofram de osteoporose; e uma de cada grupo de quatro mulheres com mais de 50 anos desenvolva a doença. A doença afeta um homem para cada quatro mulheres. No Brasil, a cada ano ocorrem cerca de 2,4 milhões de fraturas decorrentes da osteoporose e duzentas mil pessoas morrem por causa destas fraturas.

Os ossos mais atingidos pela osteoporose são a coluna (vértebras), o bacia (fêmur), o punho (rádio) e braço (úmero). Destas, a fratura mais perigosa é a do colo do fêmur. Um quarto dos pacientes que sofrem esta fratura morrem dentro de seis meses e os que sobrevivem apresentam uma redução importante da qualidade de vida e independência.

O diagnóstico precoce da osteoporose é feito pela medida da densidade óssea, através do exame da Densitometria Óssea. Possuem maior risco para desenvolver osteoporose as mulheres, indivíduos de raça branca, pessoas miúdas (magrinhas e pequenas), que tiveram menopausa precoce e não fizeram reposição hormonal, os fumantes, que possuem história de fraturas na família, que possuem doenças graves ou que utilizam corticoides por longo tempo, e aquelas que já tiveram fraturas na idade adulta.

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