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11 espécies de plantas que melhoram a qualidade do ar

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11 espécies de plantas que melhoram a qualidade do ar
Redação João Bidu

11 espécies de plantas que melhoram a qualidade do ar

Principalmente nas metrópoles, há uma grande preocupação acerca da qualidade do ar. O excesso de fumaça e gás produzidos pelas indústrias e veículos são verdadeiros vilões para a saúde dos pulmões.

Além disso, pessoas que fumam dentro de casa também prejudicam o ar do local, afetando diretamente o bem estar dos outros moradores da residência.

Uma maneira eficaz de lidar com esse problema é com as plantas que purificam o ar. Entre seus benefícios está a capacidade de limpar a atmosfera do ambiente e produzir mais oxigênio. Afinal, quanto mais oxigênio, melhor é a respiração e mais prazeroso é viver no local – por isso, não deixe de anotar as 11 espécies de plantas que aumentam a qualidade do ar!

Plantas que melhoram a qualidade do ar

Antúrio

Além de ter flores bonitas e de diversas cores, essa planta combate os poluentes do ar. Sua estrutura não é grande, podendo crescer até um metro de altura. Já que é uma espécie de planta que floresce o ano todo, sua casa sempre ficará repleta de uma energia positiva proporcionada pelo antúrio. Como pode ser cultivada em vasos e/ou jardim, tenha cuidado com os bichinhos, pois a planta tem substâncias tóxicas para eles.

Babosa

Planta que faz parte do mundo dos cosméticos e das receitinhas caseiras de beleza. A babosa tem componentes que agem como calmantes naturais e até mesmo são cicatrizantes. Uma peculiaridade da planta é que é possível notar se o ar está poluído a partir do surgimento de manchas marrons nas folhas. Mesmo muito utilizada pelas pessoas, ela é tóxica para os pets.

Espada de São jorge

A espada de são jorge, no campo espiritual, tem o poder de proteger as pessoas, livrando-as das energias negativas. A planta também consegue absorver os formaldeídos, liberados por madeiras, tecidos sintéticos e carpetes, eliminando poeiras e organismos poluentes. Seu outro benefício é que produz uma grande quantidade de oxigênio, principalmente à noite. Mantenha a planta em locais mais altos para evitar o contato dela com os pets.

Ficus

Se você tem uma área maior na casa e quer colocar uma decoração diferente, a escolha certa é um vaso de ficus. Você também pode cultivar a planta fora da casa, próxima da porta de entrada para atrair energias positivas para o local. Seu grande poder é de remover as impurezas do ar que podem causar problemas respiratórios. Contudo, é outra planta que deve ser deixada longe dos bichinhos da casa, porque suas folhas não podem ser ingeridas.

Gérbera

Leve mais alegria para sua casa por meio das coloridas flores de gérbera. A planta melhora a qualidade do ar e, por isso, pode ser colocada no quarto para ajudar a relaxar o corpo antes de dormir – muitas pessoas a utilizam para combater a insônia! As substâncias tóxicas que ela mais filtra são tricloroetileno, xilneno e formaldeído. Além disso, é uma planta que não prejudica a saúde dos pets, caso ela seja ingerida por eles.

Hera inglesa

Você viu?

Planta conhecida por ser trepadeira, dessa forma, cultive-a pendurada em um local alto ou próxima, por exemplo, de uma árvore. Ele tem a habilidade de remover do ar o benzeno, xileno e formaldeído, que são substâncias bastante tóxicas. Também é uma poderosa ferramenta para auxiliar na umidade do ambiente, o deixando menos quente e/ou seco. Não deixe que os pets brinque com ela, porque a planta é tóxica.

Jiboia

Planta muito popular nas casas, principalmente por ser fácil de cultivar. Possui a capacidade de absorver os formaldeídos liberados por carpetes, tecidos sintéticos e madeira. Para decorar sua casa, experimente colocar em vasos grandes, porém, sempre a deixe longe dos pets, porque ela é tóxica para os animais.

Lírio da paz

Como o próprio nome já diz, o lírio da paz propaga uma serenidade pela casa. Ajuda a criar um ambiente de conforto para os moradores e sua estrutura é como um purificador natural do ar, removendo qualquer resíduo do local. Mesmo sendo delicada, tanto suas folhas quanto as flores são tóxicas para os animais.

Palmeira ráfia

Perfeita para decorar o canto da sala e outros ambientes internos. A palmeira ráfia tem a capacidade de reduzir a quantidade de amônia no ar, liberada pelos produtos de limpeza. Assim, você consegue evitar os efeitos nocivos do aroma enquanto estiver realizando a faxina da casa. O ideal é manter a planta longe dos pets, porque suas folhas têm substâncias tóxicas.

Samambaia

A coloração verde e a aparência exuberante da planta deixa qualquer ambiente mais alegre. É uma espécie muito popular no Brasil e para deixá-la sempre bonita é preciso de muita umidade e luminosidade. Entre as plantas que purificam o ar, as samambaias têm um papel especial para retirar as impurezas do local, além de poder combater substâncias do solo, como mercúrio e arsênico. Cultive-a pendurada no alto da parede para deixar longe dos bichinhos, porque ela é tóxica para eles.

Tamareira anã

O nome pode enganar muitas pessoas, pois mesmo sendo considerada “anã”, a planta consegue ter a altura de até quatro metros. Por causa do tamanho, o melhor é deixá-la fora de casa, próxima de janelas. Isso porque ela é eficaz para filtrar a fumaça de carros, então, irá impedir que as substâncias entre na casa. Pode ser cultivada em diversos solos e é muito resistente. Apenas tenha cuidado com os bichinhos da casa, a planta não pode ser consumida pelos animais!

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Fonte: IG Mulher

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“Queria entender como as pessoas se reinventam”, diz Maria Flor sobre seu livro

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Com novo livro, Maria Flor quer inspirar mulheres a buscar sua própria autonomia:
Jorge Bispo

Com novo livro, Maria Flor quer inspirar mulheres a buscar sua própria autonomia: “Vamos lá, garora, você pode!”


Coração partido, ficar sem chão e não ter ar para respirar são apenas algumas de tantas sensações que surgem com um término de relacionamento . Junto de tudo isso, a impressão de que a vida acabou e que nada mais vai dar certo. É justamente nesse ponto tão melancólico e repleto de incertezas que se situa a narrativa de “Já não me sinto só”, primeiro livro da escritora, atriz e roteirista Maria Flor , lançado pela Editora Planeta.

Quando a gente encerra uma relação , a nossa vida é outra e precisamos virar uma outra pessoa, uma outra coisa que a gente não sabe muito bem o que é. Queria entender como é que as pessoas fazem para se reinventar na vida”, explica a atriz em entrevista ao iG Delas.


Para falar sobre a história central de seu livro, a atriz resgatou memórias de seu primeiro término. Ela afirma ter se lembrado de maneira vívida da sensação de deslocamento e de estar sozinha no mundo. “Foi muito forte essa sensação de transformação, de olhar para mim e dizer ‘agora tá comigo, sou só eu’”, afirma.

Essas explorações foram o que fez nascer Maria, a protagonista de “Já não me sinto só”. Além do nome, a personagem compartilha com a atriz a profissão. Maria rompe com o marido após seis anos de relacionamento , em um momento da vida em que tudo é estranho e nada faz sentido. Entre mudanças e saudades, ela é convidada para fazer um filme no Jalapão, em Tocantins , e descobre que o diretor é um homem pelo qual se atraiu no passado.

Apesar das semelhanças com a vida real,  Maria Flor explica já na primeira página que todos os acontecimentos são fictícios. Usar o próprio nome na história foi um artifício da autora para bagunçar a cabeça do leitor e fazê-lo questionar sobre o que pode ser verdade ou não. “Achei que poderia ser curioso e também que poderia acontecer uma identificação maior para quem já conhece meu trabalho”, afirma.

Você viu?

A escolha do Jalapão como cenário principal dessa história também não foi coincidência. Maria Flor desenvolveu um apego emocional com o lugar depois de ter gravado “Xingu”, filme dirigido por Cao Hamburger e lançado em 2011. Durante as gravações, a atriz fez um diário em que descrevia o Jalapão, sua personagem e seus sentimentos fora do set, o que lhe foi útil na escrita.

“Apesar de ser uma ficção, tem muita coisa nessas páginas pelas quais tenho muito carinho. Acaba se tornando uma história pessoal, porque eu queria falar para as pessoas um pouco de mim, sobre como eu penso tudo isso. Essa parte é verdadeira”, explica.

Um filme que virou livro

Capa do livro já não me sinto só, que tem uma ilustração de maria flor
Departamento de arte da Editora Planeta

Em “Já não me sinto só”, Maria Flor conta vida de uma atriz, também chamada Maria, que grava um filme no Jalapão após o término de um longo relacionamento

Maria Flor começou a escrever “Já não me sinto só” em 2017 como um roteiro para o cinema. Os planos mudaram quando ela percebeu que estava gostando de escrever, como ela define, “uma narrativa inteira”.

A atriz conta que terminou de escrever o livro em só em 2020, em meio ao período de isolamento social por conta da pandemia do novo coronavírus.  Para Maria Flor, isso foi fundamental para que ela conseguisse se libertar do medo das notícias e viajar sem sair de casa. “O livro deu uma salvada como um momento de respiro, em que me concentrava em criar outro universo. Foi um objetivo muito importante também por isso”, diz.

Garota, você pode!

Além de explorar as amarguras do término , Maria Flor quer que os leitores experimentem com sua personagem, as delícias e as aventuras que podem existir depois que ele passa. Para ela, é uma chance de mostrar para quem passa por uma situação parecida que existe vida depois que um relacionamento acaba. “Por mais que seja duro e às vezes a gente não se sinta incrível, mesmo com erros, acertos, dúvidas sobre nós mesmos, buracos, felicidades e inseguranças, a gente precisa sentir que consegue dar conta”, diz.

Apesar de ser um livro destinado para pessoas de todos os gêneros, a autora espera que suas futuras leitoras se identifiquem com a jornada emocional da Maria. Outro pensamento discutido pela autora em “Já não me sinto só” é de que as mulheres precisam estar em um relacionamento para que sejam validadas ou para que suas vidas façam sentido. Por esse motivo, ela espera que os rumos tomados por sua personagem incentive mulheres a buscarem sua própria autonomia.

“Minha pretensão é que o livro estimule outras mulheres a pensar assim. Gosto de pensar que o livro tem uma mensagem de: ‘vamos lá, garota, você pode! Você pode se inventar no mundo do jeito que quiser e conseguir’”, diz. “Não temos que ser de um certo jeito ou agir de uma determinada maneira para ser feliz e encontrar nosso caminho. Se uma mulher acabar o livro e pensar ‘eu me basto, eu sou suficiente’, eu ficaria feliz”, acrescenta Maria Flor.

Fonte: IG Mulher

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