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11 de Outubro – Dia Nacional de Prevenção da Obesidade; em Mato Grosso 12,4% das crianças já estão doentes

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

Hoje é o dia de prevenir a obesidade, um problema que vem adquirindo proporções epidêmicas em todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS), estima que em 2025 existirão 2,4 bilhões de adultos com sobrepeso e 800 milhões de obesos no mundo, e muitos deles precisarão de atendimento médico para o tratamento de doenças relacionadas à condição, como problemas cardiovasculares, cânceres e diabete, o que irá custar cerca US$ 1,2 trilhão anuais. No Brasil, por exemplo, os custos anuais com os problemas de saúde provocados pelo excesso de peso chegarão a US$ 34 bilhões em 2025.

Hoje as doenças relacionadas à obesidade já matam 2,8 milhões de pessoas anualmente e a condição já alcançou níveis epidêmicos. A prevenção contra essa doença passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos com fritura e açúcar se refletem no aumento de pessoas obesas, em todas as faixas etárias.

No Brasil, pesquisas mostram que a obesidade já é um problema de saúde pública. O excesso de peso acomete 56% da população brasileira, ou seja, mais de 115 milhões de pessoas. E 15% das crianças brasileiras têm sobrepeso, aumentando o risco de doenças como pressão alta, diabetes, colesterol alterado entre outras, que vão marcá-las pelo resto da vida.

Falando em crianças, em 2020, último levantamento feito pelo Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani), do Ministério da Saúde, apontou que 12,4% das crianças com idade entre 0 e 9 anos estão com excesso de peso em Mato Grosso. Conforme a pesquisa, 7,7% desse público está com sobrepeso e 4,7% com obesidade. Além disso, já estão em risco de sobrepeso, 22,2% das crianças da região Sul, 18,4% da região Sudeste, 18,2% da região Nordeste, 16,4% da região Norte e 14,5% da região Centro-Oeste. O levantamento avaliou 14.558 crianças menores de 5 anos.

DOENÇA

A doença da obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura no corpo. Para o diagnóstico em adultos, o parâmetro utilizado mais comumente é o do índice de massa corporal (IMC). O IMC é calculado dividindo-se o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado. É o padrão utilizado pela OMS, que identifica o peso normal quando o resultado do cálculo do IMC está entre 18,5 e 24,9 e acima deste valor, a pessoa é considerada obesa.

O próximo passo, conforme a magnitude do excesso de peso pode-se classificar o grau de obesidade em obesidade leve (classe 1 – IMC 30 a 34,9 kg/m2), moderada (classe 2 – IMC 35 a 39,9 kg/m2) e grave ou mórbida (classe 3 – IMC ≥ 40 kg/m2). Essa classificação é importante na escolha do tipo de tratamento, quando deve ser clínico ou cirúrgico.

A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, além de problemas físicos como artrose, pedra na vesícula, artrite, cansaço, refluxo esofágico, tumores de intestino e de vesícula. Além disso pode, também, mexer com fatores psicológicos, acarretando diminuição da autoestima e depressão.

São muitas as causas da obesidade. Em uma pessoa geneticamente predisposta, os maus hábitos alimentares e sedentarismo precipitarão o desenvolvimento da obesidade. Algumas disfunções endócrinas também podem levar ao desenvolvimento da obesidade. Por isso, na hora de pensar em perder peso, procure um especialista.

A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos ricos em gordura e açúcar precipitam o aumento do número pessoas obesas, em todas as faixas etárias, inclusive crianças.

 

 

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20 de outubro – Dia da Osteoporose que afeta 10 milhões de brasileiros

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

A osteoporose é uma doença provocada pela redução de massa dos ossos. Por diferentes fatores, a pessoa fica com ossos ocos, finos e muito sensíveis, tornando-os mais sujeitos a fraturas. Trata-se de uma doença silenciosa, que raramente apresenta sintomas antes que aparece. A pessoa só descobre que tem o problema, quando quebra um braço ou uma perna. E aí o tratamento é bem mais complicado. O ideal então é que sejam feitos exames preventivos, para que ela seja diagnosticada a tempo de se evitar as fraturas.

A estimativa é de que 10 milhões de brasileiros sofram de osteoporose; e uma de cada grupo de quatro mulheres com mais de 50 anos desenvolva a doença. A doença afeta um homem para cada quatro mulheres. No Brasil, a cada ano ocorrem cerca de 2,4 milhões de fraturas decorrentes da osteoporose e duzentas mil pessoas morrem por causa destas fraturas.

Os ossos mais atingidos pela osteoporose são a coluna (vértebras), o bacia (fêmur), o punho (rádio) e braço (úmero). Destas, a fratura mais perigosa é a do colo do fêmur. Um quarto dos pacientes que sofrem esta fratura morrem dentro de seis meses e os que sobrevivem apresentam uma redução importante da qualidade de vida e independência.

O diagnóstico precoce da osteoporose é feito pela medida da densidade óssea, através do exame da Densitometria Óssea. Possuem maior risco para desenvolver osteoporose as mulheres, indivíduos de raça branca, pessoas miúdas (magrinhas e pequenas), que tiveram menopausa precoce e não fizeram reposição hormonal, os fumantes, que possuem história de fraturas na família, que possuem doenças graves ou que utilizam corticoides por longo tempo, e aquelas que já tiveram fraturas na idade adulta.

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